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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Pessoas e empresas que compraram ingressos inexistentes para shows do U2 no Estádio do Morumbi pela 'The Joshua Tree Tour 2017' poderão ter o prejuízo minimizado


O São Paulo Futebol Clube entregou no Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) o pedido de abertura de inquérito sobre suposto esquema de venda ilegal de ingressos para shows no Morumbi. As denúncias provocaram a demissão de Alan Cimerman do cargo de gerente de marketing do clube. O ex-funcionário nega as acusações e afirma, por meio de seu defensor, Daniel Bialski, ter documentos que comprovam a lisura de sua atuação.
Porém, de acordo com Roberto Podval, criminalista contratado pelo clube, o prejuízo das pessoas e empresas que compraram os ingressos inexistentes foi de R$ 2 milhões. "Esse número pode aumentar, conforme novas vítimas aparecerem", disse ele.
Ainda conforme o advogado, a denúncia entregue à polícia se refere aos shows do U2, que serão realizados em Outubro, e ao de Bruno Mars, marcado para Novembro. Só uma empresa que teria sido lesada alega prejuízo de quase R$ 1 milhão na compra de ingressos para o evento de Bruno Mars, pela versão de Podval.
Também segundo o criminalista, o clube informou à polícia os nomes de um casal que agiria em conjunto com o ex-gerente. As identidades não foram reveladas por ele à reportagem do UOL. Parte dos ingressos teria sido vendida para uma empresa dos dois a preços mais baixos do que os reais. Então, teriam sido repassados por valores mais caros aos compradores. O lucro teria sido dividido com Cimerman.
A acusação diz ainda que o ex-funcionário vendia camarotes que não estavam disponibilizados (ou seja, os ingressos não existiam) diretamente e pedia que os compradores depositassem o dinheiro em uma conta corrente de um parente dele. Cimerman também nega essa ação.
Também na denúncia entregue ao Deic, há relato, segundo Podval, de falsificação de um recibo em nome de empresa responsável pelo show da banda irlandesa, para ludibriar os compradores dos ingressos inexistentes. Seria a prova de que os bilhetes tinham sido adquiridos. Cópia de um cheque nunca depositado por Cimerman também teria sido mostrada para as supostas vítimas como comprovante de compra dos ingressos. Vale se lembrar de que o gerente também nega essas acusações.
"Temos certeza de que ele vendeu o que não tinha. Houve crime de estelionato, falsificação de documentos e apropriação indébita. A polícia pode chegar a outras conclusões, como lavagem de dinheiro", por exemplo.
Após ser informado pelo UOL Esporte das denúncias, o advogado de Cinerman, Daniel Bialski, voltou a rebater os argumentos da defesa do clube. "Como ele pode vender ingressos, se ele não era o responsável por custodiá-los? E ele me explicou que sequer estava definido quem venderia (o clube ou a empresa responsável) os ingressos para os cessionários dos camarotes. Ademais, ao que eu sei, o clube não teve qualquer prejuízo financeiro porque nenhum ingresso foi cedido ou fornecido e todos os espaços e ingressos ainda serão vendidos. Acrescento que ele não vai e nem pode ser responsabilizado pela incompetência ou arrependimento de e com terceiros".
O clube trabalha para tentar minimizar o prejuízo das pessoas afetadas pelo suposto esquema de corrupção em seu departamento de marketing.
"Legalmente, o clube não tem a obrigação de ressarcir ninguém porque não foi o clube que fez isso. Uma das possibilidades é, por exemplo, vender camarotes para quem foi prejudicado descontando o valor que já foi pago. A ação foi de alguém contratado pelo clube e que teve a confiança da diretoria. Essa confiança acabou sendo traída", disse Roberto Podval.

Vídeo: divertidos momentos com imprevistos ao vivo na turnê iNNOCENCE + eXPERIENCE 2015 do U2


Uma compilação de divertidos momentos com imprevistos ao vivo na turnê iNNOCENCE + eXPERIENCE 2015 do U2!
Bono se perdendo na letra de "Every Breaking Wave", não uma, mas duas vezes!
A banda se perde em "When Love Comes To Town", Larry Mullen pára a performance, mas Bono empolgado com a transmissão do Meerkat está de costas e continua cantando, e Larry acenando e rindo! Bono não quer parar!
"Volcano", e a baqueta voadora de Larry!
Bono afobado no show no Roxy, entrando antes com a letra de "Elevation"!
O piano de The Edge não funciona no palco b, então o guitarrista caminha para o palco principal para tocar um piano reserva, com Bono fazendo piadas para manter a atenção do público, e até chama um fã vestido de Elvis, para passar o tempo!
A baqueta desta vez não voa! Ela vai ao chão em "California (There Is No End To Love)"!
E por último, The Edge cai da passarela do palco em "I Still Haven't Found What I'm Looking For"!

Glen Campbell se foi, mas nos deixou uma gravação de "All I Want Is You" do U2


O cantor e guitarrista norte-americano de country Glen Campbell morreu no dia 8 de Agosto aos 81 anos. O cantor, famoso por sucessos como "Rhinestone Cowboy" e "Wichita Lineman", sofria de Alzheimer há diversos anos.
Seu assessor, Sanford Brokaw, disse que o músico morreu em um centro para pessoas portadoras de Alzheimer em Nashville, cercado por sua família.
"É com o mais pesado dos corações que anunciamos a morte de nosso querido marido, pai, avô e lendário cantor e guitarrista, Glen Travis Campbell, aos 81 anos, seguida de uma longa e corajosa batalha contra o mal de Alzheimer", disse sua família em nota publicada no site oficial do cantor.
Campbell anunciou em junho de 2011 que estava sofrendo de Alzheimer. O cantor de "Gentle On My Mind" então embarcou em uma turnê nacional de despedida que terminou em novembro de 2012.
Campbell começou sua carreira como guitarrista de sessões de gravações em Los Angeles antes de se tornar figura frequente nas paradas musicais, rádio e TV nas décadas de 1960 e 1970. Ele venceu seis prêmios Grammy e teve nove canções número 1 em uma carreira de mais de 50 anos.
O músico lançou um último álbum em junho de 2017, chamado "Adios", que foi gravado após o fim da turnê.
The Edge esteve entre outras muitas estrelas que apareceram em 'Glen Campbell I'll Be Me', um documentário que enfoca a turnê de despedida dele depois de ser diagnosticado com Alzheimer.
The Edge reflete sobre como Glen foi capaz de agir, apesar de sua doença, dizendo: "O público ainda está lá de alguma forma, e desencadeia a sua capacidade de acessar essa outra parte de seu cérebro, o que é incrível."

No ano de 2008, o astro country lançou um disco com covers de canções de rock, chamado 'Meet Glen Campbell'. Foi seu primeiro álbum pela Capitol Records desde 1993.
Dentre as canções, uma versão de "All I Want Is You" do U2!

O texto completo na misteriosa carta que oficialmente dá início à divulgação do lançamento de 'Songs Of Experience' do U2


Ontem, vários fãs do U2 na América Do Norte (membros do U2.COM) foram surpreendidos e relataram que receberam pelo correio uma misteriosa carta promovendo o novo single da banda, "Blackout", talvez o primeiro do novo disco 'Songs Of Experience' que será lançado no final do ano!
A carta de folha branca traz em seu envelope carimbos de Los Angeles e apresentam uma letra datilografada com um texto que se refere à 'Songs of Innocence and Experience' de William Blake, o livro que tem inspirado os dois discos do U2.

A carta começa: "Blake publicou Canções de Inocência e de Experiência: mostrando os dois Estados contrários da alma humana em 1794. Uma coleção de vinte e seis poemas que tem um... "e nesse ponto torna-se difícil a leitura do texto.
Por cima do texto há uma imagem da silhueta do filho de Bono, Elijah, segurando as mãos da filha de Edge, Sian, que vêm da imagem que muitas vezes foi mostrada no telão no final dos shows da 'The Joshua Tree Tour 2017' quando foram finalizados com a nova canção "The Little Things That Give You Away".

O texto completo usado na carta aparece em um site norueguês que oferece material didático baseado no currículo nacional das escolas norueguesas:

Blake published Songs of Innocence and of Experience: Shewing the Two Contrary States of the Human Soul in 1794, and this collection of forty-six poems has a unique position in English literature. Some of them—The Tyger, for example—are among the best-known poems in the English language.
The book combines two sets of poems: Songs of Innocence and Songs of Experience.
These two sets of poems have generated much critical discussion as to how Blake intended them to be understood. But there is general agreement that the two sets of poems are related by the principle of contrast; a contrast between the state of Innocence—to be understood as childhood, idealism, hope—and that of Experience—to be understood as adulthood, disillusionment, social criticism, and despair.
The poems were also meant to be interpreted on another level; that of the world before and after the Fall of Man, and of the struggle within the soul itself. Blake came to see these two states as “contraries in the human soul!”. At first, Innocence is the world of the Lamb, the world of the true God of Love and Understanding, or Jesus, while Experience is the work of the false God, or the great negative influence. But if we can see this, then Experience can also be a means of achieving true insight.
Blake does not tell the reader how these poems should be read, nor is he trying to say that one state is better than the other, but rather leaves it up to the readers to draw their own conclusions.

Blake publicou Canções de Inocência e de Experiência: mostrando os dois Estados contrários da alma humana em 1794, e esta coleção de 46 poemas tem uma posição única na literatura inglesa. Alguns deles — O Tigre, por exemplo — estão entre os poemas mais conhecidos do idioma inglês.
O livro combina dois conjuntos de poemas: Canções de Inocência e Canções de Experiência.
Estes dois conjuntos de poemas têm gerado uma discussão muito crítica sobre como Blake pretendia que eles fossem compreendidos. Mas há um consenso geral de que os dois conjuntos de poemas estão relacionados pelo princípio do contraste; um contraste entre o estado da inocência - para ser compreendido como a infância, o idealismo, a esperança - e a da experiência - para ser compreendido como a idade adulta, a desilusão, a crítica social, e o desespero.
Os poemas foram feitos igualmente para ser interpretados em um outro nível; a do mundo antes e depois da queda do homem, e da luta dentro da própria alma. Blake veio para ver esses dois Estados como "contrários na alma humana!". No início, a inocência é o mundo do cordeiro, o mundo do verdadeiro Deus do amor e da compreensão, ou Jesus, enquanto a experiência é o trabalho do falso Deus, ou a grande influência negativa. Mas se podemos ver isso, então a experiência também pode ser um meio de alcançar o verdadeiro discernimento.
Blake não diz ao leitor como esses poemas devem ser lidos, nem está tentando dizer que um estado é melhor do que o outro, mas sim os deixa para os leitores tirarem suas próprias conclusões.

Esta parte não está na carta, mas é interessante para o contexto:

Inocência
O que é inocência? É algo que só as crianças possuem, ou os adultos também podem ser inocentes? Você pode ser inocente mesmo que você tenha um grande conhecimento, ou mesmo que tenha feito coisas más para outras pessoas? As pessoas inocentes são felizes? Ou você pode ser inocente e infeliz?

Experiência
O que é experiência? Por que essa qualidade é associada apenas a adultos e não a crianças? Quantos anos você tem que ter para ter experiência? Você acha que Blake estava certo em acreditar que olhamos a vida de forma diferente à medida que crescemos para nos tornar adultos? Se sim, por quê? Ou nós sempre olhamos a vida da mesma maneira, não importa quantos anos temos? Nós nos tornamos automaticamente melhores pessoas quando ganhamos experiência do mundo que nos rodeia?

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Através de carta misteriosa aos fãs, U2 oficialmente dá início à divulgação do lançamento de 'Songs Of Experience'


Vários fãs do U2 na América Do Norte (membros do U2.COM) estão relatando que eles receberam hoje pelo correio uma misteriosa carta promovendo o novo single da banda, "Blackout", talvez o primeiro do novo disco 'Songs Of Experience' que será lançado no final do ano!
A carta de folha branca traz em seu envelope carimbos de Los Angeles e apresentam uma letra datilografada com um texto que se refere à 'Songs of Innocence and Experience' de William Blake, o livro que tem inspirado os dois discos do U2. Não há endereço de retorno.
A carta começa: "Blake publicou Canções de Inocência e de Experiência: mostrando os dois Estados contrários da alma humana em 1794. Uma coleção de vinte e seis poemas que tem um... "e nesse ponto torna-se difícil a leitura do texto.
Por cima do texto há uma imagem da silhueta do filho de Bono, Elijah, segurando as mãos da filha de Edge, Sian, que vêm da imagem que muitas vezes foi mostrada no telão no final dos shows da 'The Joshua Tree Tour 2017' quando foram finalizados com a nova canção "The Little Things That Give You Away".
A imagem da silhueta, porém, tem alguns espaços vazios para que uma mensagem seja mostrada:

Blackout
It’s
clear
who
you are
will
appear
U2.Com

“Blecaute… Está claro que quem você é vai aparecer… U2.COM”

O final da carta diz U2 will announce _____ on ______, com os detalhes apagados.

"U2 ira anunciar em...."

As cartas foram enviadas de Los Angeles na sexta-feira, 18 de agosto, como mostra o carimbo dos envelopes.
Os fãs que receberam estas cartas hoje não enviaram e-mail para o endereço do booklet que veio com o lançamento no Record Store Day. Aquele booklet continha um endereço na parte de trás. Estas cartas parecem não estar ligadas aos booklets do Record Store Day.

Agradecimento: U2Start - U2 Songs - Atu2.com

Sinead O'Connor e U2: sentimentos de raiva e declarações amargas


No começo de sua carreira, a cantora irlandesa Sinead O'Connor namorou e se uniu à um empresário experiente, Fachtna O'Ceallaigh, que era o ex-chefe da gravadora Mother Records (onde Sinead iniciou sua carreira), propriedade dos integrantes do U2. O selo foi criado para a descoberta de novas bandas e artistas na Irlanda.
No início de 1988, o U2 demitiu Fachtna O'Ceallaigh da Mother Records, citando "temperamentos incompatíveis". O'Ceallaigh uma vez disse a um repórter: "Eu literalmente desprezo a música que o U2 faz". Mais tarde, em uma entrevista com a i-D Magazine, Sinead fez algumas observações depreciativas sobre a música "bombástica" do U2 e se viu censurada pelos associados da banda. Em pouco tempo, sentimentos de raiva e declarações amargas haviam aumentado em ambos os lados. Em um ponto, Sinead foi citada ao dizer: "Eu não tenho respeito por Bono e nenhuma afiliação com sua música ou ideias.... Eu sei que ele está fingindo essa sinceridade". Outra vez, em um humor menos gracioso, ela disse para a Melody Maker: "O U2 leva eles mesmos à serio. Bono é apenas um estúpido de merda".
Na época, Sinead tentou corrigir o caso, mas um certo rancor ainda perdurava. "Eu me senti excluída e punida por tudo isso", disse ela. "Mas eu também me senti culpada, porque eu sabia que algumas das coisas que eu disse não foram ditas por mim. Eu expressei raiva pelo U2 porque tinham ferido Fachtna, que era um amigo meu. Eu errei ao fazer isso, porque, na verdade, Fachtna deveria lutar suas próprias brigas. Eu tinha sido odiosa contra alguém com o qual eu não tinha o direito de ser odiosa. O U2 não tinha realmente feito nada contra mim. Mas eu também soube que o U2 era um banda poderosa, e que a cobertura de música britânica e irlandesa não permitiria que você fizesse críticas contra eles".
Em 2014, quando 'Songs Of Innocence' foi lançado e disponibilizado de forma gratuita para todos os usuários do iTunes - fato que fez com que o álbum aparecesse nas listas de reprodução de aparelhos iPhone e iPOD, Sinead disse: "O que eles fizeram com o iTunes foi uma péssima jogada de marketing. Foi algo quase terrorista. Eu não sou muito fã de U2, mas não se invade a vida das pessoas desta maneira. Foi um tiro no pé. O que houve foi quase um atentado terrorista.”
Dias atrás, Sinead publicou um vídeo no Facebook em que fala abertamente sobre os seus transtornos mentais e se queixa, mais uma vez, do afastamento da família. Aos 50 anos, ela relata que está morando em um motel, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. "Eu estou sozinha e não há ninguém em minha vida além do meu psiquiatra", conta, emocionada. "O homem mais doce da Terra, que diz que eu sou heroína, e essa é a única coisa que me mantém viva no momento. E isso é meio patético."
A cantora afirma se sentir muito só. "Eu dei tanto amor na vida, e não posso entender como alguém pode ser deixada tão sozinha. Por que estamos sozinhos? Pessoas que sofrem de doenças mentais são as mais vulneráveis. Vocês precisam tomar conta de nós. Não somos iguais a todo mundo", suplica a cantora, mãe de quatro filhos, que alega sofrer de três transtornos – entre eles o bipolar, o qual revelou em 2012, quando cancelou uma série de shows por motivos de saúde. Sinead ainda disse, no vídeo, que "quer viver", o que soou para muitos seguidores como uma ameaça de suicídio.

Introduzindo a introdução "Fez" nos shows da turnê 360°


Do diário de Willie Williams:

África Do Sul - 2011

"Na sala de ensaios, Declan e eu tivemos um raro momento de silêncio para trabalhar. Temos um seguimento no show conhecido como 'Questions', que parece ser um trabalho sem fim, mas em um momento me veio uma luz e eu percebi o que precisamos fazer. Eu conversei com a banda esta semana sobre esse momento em particular no show e o que poderíamos fazer para completá-lo. Eles colocaram algumas idéias ao redor, incluindo reavivar uma pequena seção de "Your Blue Room". Eu achei que isto tinha potencial, como eu senti que a razão pela qual "Your Blue Room" não sobreviveu no show em 2009 não era porque não era boa, mas que era simplesmente muito longa para manter a atenção em um estádio. Um trecho de um minuto de comprimento pode funcionar, portanto, valer a pena olhar para isso. No entanto, em um sonho febril noites atrás eu percebi que a resposta não é "Your Blue Room", mas sim "Fez", de 'No Line On The Horizon'. Ironicamente, quando eu inicialmente havia previsto a abertura da tela gigante de vídeo da 360, a trilha sonora que eu tinha na minha cabeça era "Fez". Eu abandonei esta ideia quando se tornou evidente que "Fez" não ia fazer parte do show. Eu pensei então (dois anos atrás) que você não poderia ter um sem o outro, mas esta semana acordei e pensei: "bem, é claro que podemos."
O resultado é uma gloriosa mistura de "Fez", as perguntas do público para 'Questions', samplers de "Zooropa", pedaços de coisas de 'Achtung Baby' e Deus sabe o que mais tocado em cima. Bono e Edge se sentaram conosco para ajudar a fazer tudo funcionar e finalmente terminamos. Eu estou realmente encantado com isto. Eu coloquei o arquivo de som acabado em um Memory Stick para distribuir para aqueles que precisam ouvi-lo. Estes pequenos cartões de memória formam uma parte diária da cultura de transferência de informações nos departamentos de áudio e vídeo em turnê. Quando você conecta um no seu computador, aparece um pequeno ícone na tela mostrando seu título (geralmente o nome do proprietário). Esses cartões de memória passam de mão em mão e podem ficar por aí por vários dias até serem devolvidos ao proprietário."


A Entrevista: Larry Mullen na Modern Drummer em 1985 - Parte IV


Larry Mullen em 1985 em entrevista para a Modern Drummer:

"Muitas bandas fazem discos experimentais, e eles são colocados para ele. Você sabe, "isso é uma saída." Fizemos quatro discos de estúdio. O nosso último, 'The Unforgettable Fire', é o nosso mais experimental e também o nosso mais bem sucedido. Há poucas bandas que são sortudas o suficiente para ser capaz de fazer isso. Nós estabelecemos nossos próprios padrões, e podemos nos mover em qualquer direção que quisermos. Ninguém vai dizer, "isto é uma saída." Eles esperam algo novo. Isso mantém o fogo. Se ficarmos obsoletos, então não é bom. Não podemos sentar e dizer: 'temos que inventar algo novo'. Você não pode pensar. Você tem que ouvir música e ter fome disso. Você não pode criar o tempo todo. Você sempre tem que estar ouvindo e sempre olhando - não forçar, mas sempre aberto a aprender algo novo em cada situação.
Acho que seria muito arrogante da minha parte dizer: "Vamos mudar o mundo". Não estamos dizendo que temos as respostas por qualquer meio. Acho que o que fazemos é fazer as pessoas pensarem e deixá-las decidir.
A música diz mais e pode fazer mais em 90 minutos do que os políticos podem fazer em anos, em séculos. Pode unir as pessoas, e isso é algo que os políticos nunca serão capazes de fazer, porque a música pode ser pura. Pode ser absolutamente honesta e direta, e eu penso que muita música é. Sim, eu acho que a música tem um poder enorme, especialmente em influenciar as pessoas - não influenciar como em enganar as pessoas, mas influenciar as pessoas a ver a verdade. A música pode mudar a história. Os Beatles mudaram a história. Os Rolling Stones mudaram a história, de uma forma positiva ou negativa. Você tem que se decidir. Dylan parou a guerra do Vietnã, não importa o que digam. Eu realmente acredito nisso. Springsteen fez as pessoas cientes na América.
Muitas pessoas no ramo da música só querem que você fale, eles querem que você faça parte da cena, e o resto dos caras da banda são bons nisso. Eles são capazes de fazer isso e manter a sua dignidade, mas eu não posso ser uma parte disso. Não posso fingir para mim mesmo. Não gosto, não faço. Quando eu vou para o palco, esse é o meu tempo, e eu dou 100%. Se eu der menos, eu sei e todos os outros sabem, e eu não estou preparado para arriscar isso. Então, quando eu saio do palco, eu não quero gastar muito tempo filosofando sobre a música e seu significado, mas em última análise, é na música. Em última análise, está lá dentro. Você pode falar e falar e falar, mas as pessoas ouvem isso na música. Você não tem que saltar ao redor e acenar bandeiras e dizer: "Olha, aqui estamos nós. Somos a favor da paz!" As pessoas sabem. Em última análise, eles sabem.
Sem citar nomes ou algo assim, nós conhecemos Springsteen uma noite, e Bono e eu estávamos dizendo: "Todas essas bandas AOR 'adult oriented rock' (rock direcionado para adultos) são tão artificiais. Não há alma. Não há nada a fazer". Bruce virou-se e disse: "Você sabe, você provavelmente está certo, mas as pessoas vão para ouvir essa música, e isso os faz felizes". Então você não pode bater. Você pode necessariamente não gostar, mas pelo menos não é destrutivo. É positivo no que faz, porque une as pessoas, e é isso que a música deve fazer. É para quebrar as barreiras - quebrar todas as paredes."

domingo, 20 de agosto de 2017

U2 perseguido por William Burroughs e o cabo de sua bengala


Em 1997, aconteceu uma entrevista de rádio com o U2 nos EUA, que foi chamada de 'Pop Invasion'. Foi perguntado para Bono o que ele achou de gravar o videoclipe de "Last Night On Earth", e ele respondeu:

"Isso foi uma viagem. Eles fecharam a rodovia em Kansas City por um dia e isso foi divertido. O prefeito estava fora. Ele era um cara muito legal. Ele achou que era bom ter uma banda de rock and roll que provocasse um motim pela sua cidade. Fizemos um videoclipe bem legal. Tínhamos o Bill Burroughs, que deve ser o maior escritor americano, o maior escritor vivo. Ele está no nosso vídeo.
William Burroughs tem uma coisa com armas. Ele faz pinturas com armas e ele faz muitas coisas com armas, na verdade. Perguntamos ao Bill sobre suas armas naquele dia e ele disse: "bem, eu não tenho as armas comigo agora, mas eu tenho uma boa bengala. Olha a minha bengala."
Ele desparafusou o topo de sua bengala e ele puxou um cabo de dois metros que estava dentro e ele nos perseguiu na rua. Então nossas memórias de Kansas City são muito legais. E nós saímos em Kansas City e havia um monte de música boa nos clubes. Na verdade, a coisa toda foi muito extraordinária. Eu tive um grande momento."

sábado, 19 de agosto de 2017

A surpresa do U2 para o aniversário de seu gerente de turnê Dennis Sheehan


Dennis Sheehan faleceu de parada cardíaca em seu quarto no Hotel Sunset Marquis em Los Angeles, enquanto o U2 estava em turnê com a iNNOCENCE + eXPERIENCE. Ele trabalhava com o grupo desde 1982, como gerente de turnês.

Willie Williams, o diretor das turnês, conta sobre uma homenagem da banda em 2006 para o aniversário de Sheehan:

"Na sala de ensaios na Austrália, encontrei a banda inteira vestindo perucas bizarras e roupas vintage com um tom distintamente rock progressivo. Eles estavam vestidos de forma semi convincente como Led Zeppelin e estavam ensaiando "Stairway To Heaven", que veio como algo surpreendente para mim, que havia visto eles da última vez vestidos de U2 e ensaiando "Walk On". De queixo caído, eu fui informado de que a performance era especial para Dennis Sheehan, nosso gerente de turnê e antigo funcionário do Led Zeppelin, que estava comemorando o seu 60º aniversário.
Dennis foi devidamente chamado até a sala e então o Led Zeppelin renasceu, com um medley de "Stairway To Heaven", "Rock and Roll" e (curiosamente) "Lust For Life". Foi muito engraçado, com Bono vestindo uma peruca loira que ia até a cintura, parecido mais com Dee Snider do que com Robert Plant. A banda arrastou todos para uma sessão de madrugada em um parque de montanha-russa local."

'The Joshua Tree' tema da Coluna de Nelson Motta no Jornal da Globo


Em seus 30 anos, 'The Joshua Tree' do U2 é tema da Coluna de Nelson Motta no Jornal da Globo:

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Novos detalhes do esquema de corrupção na venda de ingressos para os shows do U2 no Estádio do Morumbi pela 'The Joshua Tree Tour 2017'


O São Paulo Futebol Clube deve levar o suposto caso de corrupção envolvendo o ex-gerente de marketing, Alan Cimerman, para a polícia nesta sexta-feira (18). Demitido por justa causa, o ex-funcionário do clube é acusado de interferência no processo de venda de ingressos de camarotes para os 4 shows do U2, pela 'The Joshua Tree Tour 2017'.
Cimerman, que nega ter cometido crimes ou irregularidades, foi desligado do clube na última semana. O criminalista Roberto Podval é o responsável jurídico por defender os interesses do clube no caso em que alega de ter sido vítima de um esquema de venda ilegal de ingressos e camarotes nas apresentações.
Em conversa com o UOL Esporte, Podval contou detalhes da denúncia que pretende entregar em uma delegacia de polícia ainda não definida. A agremiação se sente vítima de estelionato, apropriação indébita e falsificação de documentos.
"Temos provas de que ele (Cimerman) vendeu o que não tinha, recebeu quantias consideráveis pelo que não tinha e não entregou o que não tinha", disse Podval. Ele se refere a ingressos e camarotes para o show que na prática não estavam à venda.
De acordo com o advogado, Cimerman vendia camarotes que não estavam disponibilizados para comercialização para um "laranja" que pagava preços inferiores aos praticados. Depois, eles eram revendidos por quantias bem superiores. Ainda pela versão de Podval, os compradores eram orientados a depositar o dinheiro da compra em conta de pessoas físicas, sendo ao menos uma delas de parente do ex-gerente de marketing.
"Mas os ingressos não existiam. Algumas pessoas reclamaram que pagaram e não receberam nada. Então, ele falsificou o recibo de uma empresa que estava negociando para ter os direitos da venda e entregou isso para os compradores. Alguns procuraram a empresa e ouviram que o recibo era falso", disse Podval.
A versão é rechaçada por Daniel Bialski, advogado do ex-gerente de marketing. "Ilações foram e são feitas de forma múltipla. Porém, nada disso tem pertinência. E ele [Cimerman] tem documentos suficientes para mostrar a lisura da atuação dele", disse Bialski.
Por outro lado, o defensor do clube explica como Cimerman teria conseguido negociar ingressos inexistentes e ainda por um preço muito baixo. "É que ele vendia e fiscalizava ao mesmo tempo. Ele aprovava as vendas", afirmou Podval.
O advogado conta que as suspeitas começaram quando Márcio Aith, diretor executivo de comunicação e marketing do clube, estranhou uma venda de um grande número de camarotes por preço muito baixo. A partir daí, começou uma investigação.
O clube ainda não sabe quanto dinheiro teria sido movimentado pelo suposto esquema. Há também a suspeita de participação de outras pessoas. "Agora a polícia vai investigar. Vamos pedir a quebra de sigilos bancários para saber se alguém mais está envolvido. Quem recebeu esse dinheiro em sua conta vai ter que explicar o porquê recebeu", declarou Podval.
Para o Conselho de Administração do clube, o clube fez um mau negócio ao assinar contrato de aluguel para quatro shows por pouco mais da metade do valor habitual em troca de uma participação na venda de bebidas.
Normalmente, o clube cobra R$ 1,2 milhão por dia pelo aluguel de sua casa para eventos. Mas, no caso das apresentações do U2, o preço da diária foi de R$ 650 mil mais uma porcentagem na venda de bebidas.

Pete Maher conta como foi trabalhar com o U2 na masterização das canções de 'From The Ground Up – Edge Picks'


O inglês Pete Maher, engenheiro de masterização, foi o responsável pela masterização das canções dos álbuns ao vivo 'U22' e 'From The Ground Up – Edge Picks', que são gravações da turnê 360°.

Peter comentou no ano de 2012: "Lembro-me de alguns anos atrás, ouvir que o U2 procurava um novo engenheiro de masterização e pensei "uau, eu adoraria trabalhar com eles". Graças ao seu produtor Flood, aconteceu.
O álbum 'From The Ground Up – Edge Picks' foi a sequência do álbum 'U22'. Foi gravado ao vivo na 360° com cada música sendo escolhida a dedo e selecionadas por The Edge. Há algumas pérolas neste álbum e é o meu favorito entre os dois lançamentos. Os sons crossfades do público de Chicago foram novamente colocados juntos, assim como em 'U22', e minha abordagem foi de mantê-lo amarrado, caloroso e barulhento! A faixa abaixo realça isto.



Trabalhar com o U2 é semelhante ao trabalho com um selo independente. Eles são apaixonados e respeitosos e no controle de tudo o que fazem. Eles continuam a escavar novos terrenos com cada lançamento e por esta razão, eles são verdadeiramente únicos. Para completar, eles são a única banda na história a ainda estarem juntos depois de 35 anos com a mesma formação original e com o mesmo manager. Nem mesmo os Stones podem se gabar disso!
Eu trabalho principalmente com o produtor deles, Declan Gaffney, mas a banda dá a aprovação final. Edge odeia compressão, mas adora o volume, que é o que diz tudo, realmente!"

A batalha entre a ex-estilista e ex-assessora de imagem Lola Cashman e o U2


Na época da Vertigo Tour, Bono deu seu testemunho em tribunal como parte da briga judicial sobre algumas peças de memorabilia do U2. A ex-estilista e ex-assessora de imagem da banda, Lola Cashman, que trabalhou com o grupo em 1987 e 1988, apelou na justiça para manter os itens que ela afirmou ter ganho do grupo.

Assim que terminou a turnê de 'The Joshua Tree', ela mandou todos os itens para seu apartamento.
O relacionamento entre U2 e Lola só piorou desde que ela saiu da equipe em 1988, acusada de exigir pagamentos inadequados. Lola publicou, em abril de 2004, uma biografia não autorizada da banda, intitulada 'Inside the Zoo with U2', em que retrata um Bono complexado por seu peso e estatura.
Em uma sala da Corte de Dublin, cheia de fãs, jornalistas e advogados, Bono testemunhou que ele ficou "triste e enojado" quando Lola tentou leiloar os objetos.
Durante a audiência, Bono negou que a banda tenha movido a ação porque se sentiu incomodada com o livro de Cashman.
Ela foi obrigada pelo tribunal a devolver vários objetos, entre eles uma calça preta, um par de brincos e um chapéu Stetson, usado por Bono na turnê de 'The Joshua Tree' e que é visto na capa do disco 'Rattle And Hum'. Os itens foram reavidos por Cashman em 2005, mas Bono e a banda queriam que ela parasse de vender os itens, que eles afirmavam pertencer ao U2.
O tribunal de Dublin ordenou que Cashman devolvesse os itens no prazo de sete dias.
"O peso das evidências foi inteiramente contrário a Cashman no caso", disse ao tribunal o juiz Matthew Deery, depois de ouvir dois dias de depoimentos.
Segundo Deery, os documentos apresentados pelo U2 durante o julgamento demonstraram que a banda é "extremamente bem-sucedida" e que "seria estranho o grupo mover uma ação judicial desta natureza se o assunto não fosse de grande importância para eles".
Lola, que assegurou que as peças foram um presente da banda, apresentou um recurso contra a resolução judicial.
Bono negou a afirmação de Lola de que ele teria lhe dado o Stetson, insistindo que ele era como um símbolo do U2 no final dos anos 80 - e que se desfazer dele "seria como The Edge se desfazer de sua guitarra. Isso não aconteceria". Vários outros funcionários da equipe do U2 testemunharam que a banda nunca se desfazia de itens de seu guarda-roupa. "Nunca nem passou pela minha cabeça pedir qualquer coisa. Seria totalmente inapropriado", disse uma ex-assistente de vestuário, Judy Reith. Mas Lola, testemunhando depois que Bono saiu do tribunal, insistiu que ele havia lhe dado o chapéu e os brincos depois de um show no Arizona em dezembro de 1987. "Bono estava correndo nos bastidores com roupas íntimas e com o chapéu na cabeça", disse Lola, descrevendo o momento em que ele teria lhe dado o chapéu.
Bono assegurou em um tribunal de Dublin que a ideia de usar o chapéu foi sua e que surgiu antes da chegada da estilista, contratada em 1987 através de uma agência para cobrir a licença-maternidade da assessora de imagem da banda.
"A estética do chapéu queria representar a iconografia americana. A ideia era que me apresentar para o mundo de uma maneira irônica", declarou o vocalista em referência a essa imagem, uma das mais famosas da história do rock.
Bono também lembrou que naquela época, o U2 começava a conseguir reconhecimento internacional e que o "forte" da banda não era exatamente "o bom gosto estético".
Os objetos em disputa, entre os quais estavam também brincos metálicos e uma manta verde, que estavam avaliados em cerca de 5.000 euros, foram postos à venda, sem sucesso, pela assessora de imagem em um leilão da casa Christie's de Londres em 2002. Mas, naquela ocasião, os advogados do U2 impediram a venda ao indicar aos organizadores que os objetos não pertenciam a Lola.
"Não me lembro exatamente de quando (Cashman) começou a trabalhar. Tinha muito bom olho e muito mais experiência do que qualquer um de nós", acrescentou Bono, que agradeceu à estilista por sua contribuição à turnê 'The Joshua Tree'.
"No entanto - continuou o artista - ficou claro quase desde o princípio que não lidava bem as com as relações pessoais e chegou a incomodar muita gente".
O vocalista disse que ela se aproveitou de forma não-profissional do tempo que passou ao lado do grupo.
Como já havia feito no julgamento anterior, Bono insistiu na importância que o grupo dá a qualquer objeto de U2, que são guardados carinhosamente por motivos sentimentais ou para que sejam doados a algum museu.
O cantor compareceu ao tribunal de Dublin representando a firma comercial U2, juntamente com Paul McGuinness e Larry Mullen.
"Tentamos evitar essa situação bizarra por muito tempo. Ela gosta disso, a gente não. Do ponto de vista do U2, pode-se dizer que sequer existe um caso jurídico. Os itens são nossos e os queremos de volta. Queremos que ela pare de vendê-los. Este caso é fútil e constrangedor", declarou o vocalista.
Entre as peças em disputa também estavam 200 fotos Polaroid tiradas por Cashman, além de enfeites de Natal. A Justiça irlandesa também ordenou a devolução destas cerca de 200 fotografias feitas por Cashman durante aquela turnê com "rolos de filme comprados pela banda", quando a estilista tinha "acesso ilimitado a cenas íntimas".

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Colocando uma pipa como visual para "Kite" na 'Vertigo Tour' em 2006


Do Diário de Willie Williams:

Novembro de 2006

"Eu estava me torturando no café da manhã, me perguntando se o visual para a performance de "Kite" na 'Vertigo Tour' poderia ser uma ... pipa. Tendo discutido isso com a banda, há um movimento para ver se podemos fechar o show com "Kite", o que mudaria completamente a coisa toda.
Algumas partes do show precisam de um momento grandioso (como em "The Fly"), e algumas partes do show podem se beneficiar de um momento minimalista, mais pessoal.
Eu tinha essa imagem em minha mente da canção terminando com Bono no Palco B voando uma pipa, um momento que poderia ser evocativo. Como Bono disse mais tarde, se você é homem e voa uma pipa, você é um pai ou um filho. Achei que valia a pena tentar, imaginando que poderíamos garantir que a pipa pudesse voar se estivesse conectada a um balão de hélio. O balão de hélio poderia estar em uma linha bem lá no alto, portanto, não apareceria e talvez houvesse uma situação confiável.
Eu não comprava uma pipa desde 1968, então encontrei-me entrando num novo mundo. As pipas do século 21 parecem se dividir em duas categorias que podem ser descritas como 'pre-school cute' contra 'hi-tech ultra-macho death-machine'. Tendo pesquisado no Google todos modelos e preços, encontrei um lugar que parecia promissor, então peguei uma van e fui até o local. A loja - 'BrizKites' - tinha uma variedade incrível de modelos diferentes, incluindo algumas pipas em forma de pássaro e uma pipa em formato antigo que eu gostava, então peguei alguma diferentes e voltei para o estádio.
Choveu o dia todo. Mas em pausas do aguaceiro, a equipe se divertiu em me ver no palco com o nosso gerente de palco, colocando as pipas no ar. Parecia que poderia funcionar, então eu estava satisfeito."

Blog U2 Sombras e Árvores Altas

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