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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

U2 inspirou musicalmente o vocalista da banda Biquini Cavadão

Confira o que disse Bruno Gouveia, vocalista do Biquini Cavadão, ao Blog do Brunocos:

Que bandas te inspiraram, o que você costumava ouvir?

Queen, Talking Heads, Peter Gabriel. Adorava Police, Beatles, Duran Duran, Echo & The Bunnymen, U2, Eurythmics entre outros.

"Ainda estamos determinados a usar a arma do amor"

No single de 'When Love Comes to Town Single' do U2, lançado em 1988, a banda incluiu um remix da canção 'God Part II', intitulado 'Hard Metal Dance Mix'.
Diferente da original, a canção traz um trecho extra na sua introdução, com a voz de Martin Luther King dizendo: "We are still determined to use the weapon of love. Weapon... weapon... of love . Weapon... of love".
O trecho foi retirado de um discurso de MLK: "We are not bitter. We are still preaching non-violence. We are still using the weapon of love. We are still using the method of passive resistance. I feel confident that as this case moves up through the higher courts, somewhere along the way the decision will be reversed."

MPBaby U2

O U2 é o tema de um dos CD's da coleção MPBaby. Sob nova perspectiva, com arranjos delicados e criativos, o álbum apresenta releituras dos principais sucessos do grupo.
Com interpretações suaves ao violão, Reginaldo Frazatto Junior explora as possibilidades musicais de conhecidas canções como: With Or Without You, Beautiful Day e One, adaptando estes sucessos para pais e filhos ouvirem juntos em seus momentos de maior intimidade.
A seleção das canções do disco foi feita pelo próprio Reginaldo. "Por se tratar de uma banda em que a voz e as letras são fundamentais, havia um grande desafio em criar versões instrumentais. Desta forma, as músicas escolhidas possuem certas qualidades melódicas que possibilitaram o desenvolvimento do meu trabalho", diz o violonista.
O encarte do CD apresenta ilustrações dos personagens MPBaby nos cenários e trajes característicos do U2, além de incluir as letras das faixas, informações biográficas da banda e um guia de atividades pedagógicas.
O MPBaby U2 encantará os pais, fãs da banda, e também os pequenos, futuros admiradores deste ícone da música mundial!
O Intérprete Violonista, compositor e arranjador paulistano, Reginaldo Frazatto Jr. foi aluno de Heraldo do Monte e Ulisses Rocha. Tocou com Cássia Eller e Paulo Barnabé (Patife Band). Entre 1990 e 1994, estudou na Berklee College of Music (EUA) e, ainda nos Estados Unidos, integrou os conjuntos, Brasileirinho (grupo de choro) e Reginaldo Frazatto Group. Atualmente desenvolve trilhas para documentários e cinema.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Porque a noite...........

Em abril de 1978, a Arista Records editou o single "Because The Night" da Patti Smith Band, de co-autoria de Patti juntamente com Bruce Springsteen.
"Because The Night" foi uma tentativa de parceria com Bruce Springsteen proposta pelo produtor Jimmy Iovine. Jimmy, atrás de um hit single, sugeriu que Smith e Springsteen fizessem uma canção juntos. Bruce entregou à Patti uma versão demo praticamente finalizada de "Because The Night" gravada por sua banda. Patti modificou vários trechos da letra, deixou o arranjo mais rock e a canção tornou-se um sucesso.

A versão mais conhecida dessa música foi gravada pela banda 10000 Maniacs, em 1993.
A canção foi tocada ao vivo por Bruce Springsteen, Patti Smith e o U2 no concerto Rock and Roll Hall of Fame de 25º aniversário no Madison Square Garden em outubro de 2009.
Houve dois takes da música, e o primeiro take sofria de pistas perdidas e questões técnicas.



O segundo take, sugerido por Bono, no final do primeiro, foi mais acertado e ainda mais apaixonante do que o primeiro.

Outra performance da canção com participação de Bono, aconteceu durante um show em Miami no ano de 2002, juntamente com Bruce Springsteen, Dave Stewart e a E Street Band.

Novo filme com Tom Hanks e Sandra Bullock traz canção do U2 na trilha sonora

Extremamente Alto, Incrivelmente Perto (Extremely Loud and Incredibly Close), a adaptação ao cinema do segundo romance de Jonathan Safran Foer, acaba de ganhar seu primeiro trailer e também o primeiro pôster.
O trailer traz a canção "Where The Streets Have No Name", do U2.
Na trama, um menino de nove anos chamado Oskar Schell (Thomas Horn) - desenhista de joias, astrofísico, estudante de francês, tocador de pandeiro, ator shakespeareano, inventor e pacifista - parte numa busca de anos para desvendar um mistério e encontrar a fechadura que só pode ser aberta por uma chave que ele encontrou num envelope no closet do pai, vítima dos atentados de 11 de Setembro.
Tom Hanks interpreta o pai. O desconhecido Horn foi escolhido para ser Oskar porque também é um geniozinho. Ele virou notícia nos EUA em outubro de 2010 ao levar o primeiro lugar em uma rodada do programa de perguntas e respostas Jeopardy!, que lhe deu 31.800 dólares em dinheiro.
Sandra Bullock, James Gandolfini, Zoe Caldwell, Viola Davis, Jeffrey Wright e Max von Sydow também estão no elenco. Eric Roth, de O Curioso Caso de Benjamin Button, escreveu o roteiro e Stephen Daldry (Billy Elliot, O Leitor, As Horas) dirige.
A coprodução da Paramount e da Warner Bros. Estreia no Natal, nos EUA.

Do site: Omelete
Agradecimento: U2 Place - U2BR

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Provável tracklisting dos DVD'S das edições especiais de 20 anos do álbum Achtung Baby

Ainda não confirmado de forma oficial, o provável tracklisting das edições especiais de 20° aniversário do álbum Achtung Baby do U2 começa a aparecer em sites de venda online.
Os dvd's trarão algumas novidades e materiais jamais lançados anteriormente pela banda.
Dentre as novidades, uma versão alternativa do videoclipe de One com os búfalos, duas versões inéditas em vídeo de The Fly, uma apenas com os textos e palavras subliminares, e outra com a performance da banda tocando a canção (provavelmente a performance que aparece no clipe original, onde Larry veste uma camiseta do Ramones).
O DVD 1 trará o inédito documentário 'From The Sky Down' e o DVD 4 trará a reedição do show "U2 Zoo TV Live From Sidney 1993".
Agora o conteúdo do DVD 2, que trará especiais de TV e documentários sobre o álbum e a turnê; e o DVD 3 que trará videoclipes, promos e videos inéditas:

DVD 2:

1 Zoo Tv Special – A Documentary Previously Unreleased (Broadcast Only) (DVD)

2 Shorts - Mtv's “Most Wanted – Zootv Special”* Previously Unreleased (Broadcast Only) (DVD)

3 Shorts - Mtv Rockumentary* Previously Unreleased (Broadcast Only) (DVD)


4 Shorts - U2 On Naked City, 1993 Previously Unreleased (Broadcast Only) (DVD)

5 Shorts - U2 On Tv-Am, 1992 Previously Unreleased (Broadcast Only) (DVD)

6 Shorts - Trabantland Documentary (DVD)

7 Rom Content: Screensavers, Desktop Wallpapers, Weblinks (DVD)

DVD 3:

1 The Fly (DVD)

2 Mysterious Ways (DVD)

3 One (DVD)

4 Even Better Than The Real Thing (DVD)

5 One (Buffalo Version) - Previously Unreleased (Broadcast Only) (DVD)

6 One (Restaurant Version) (DVD)

7 Who’s Gonna Ride Your Wild Horses (DVD)

8 The Fly (Performance Only) Previously Unreleased/Unseen (DVD)

9 Even Better Than The Real Thing (The Perfecto Mix) Previously Unreleased (Broadcast Only) (DVD)
Talvez uma versão alternativa do vídeo remix já lançado anteriormente no VHS Achtung Baby e no DVD 'U2 The Best Of 1990-2000'.

10 The Fly (Text Only) Previously Unreleased (DVD)

11 Until The End Of The World (Live) (DVD)
Provavelmente a mesma versão lançada no DVD "U2 The Best Of 1990-2000".

12 The Fly (Live From The Stop Sellafield Concert)* (DVD)
Lançado anteriormente no VHS Stop Sellafield.

13 Even Better Than The Real Thing (Live From The Stop Sellafield Concert)* (DVD)
Lançado anteriormente no VHS Stop Sellafield.

14 Love Is Blindness (Previously Unreleased On DVD -Only Ever Available On Numb VHS) (DVD)

15 Lemon (DVD)

16 Stay (Faraway, So Close!) (DVD)

17 Numb (DVD)

18 Numb (Video Remix) Previously Unreleased (DVD)
Provavelmente, a mesma versão lançada no VHS de Numb.

Gisele Bündchen foi cogitada para estrelar videoclipe do U2 no ano de 2007

No ano de 2007, a top model brasileira Gisele Bündchen foi cogitada para estrelar um videoclipe do U2.
Bono e Gisele se conheceram durante uma campanha beneficente da RED, na luta contra a Aids.
Ela estrelou o anúncio de um cartão associado à ONG de Bono. A brasileira não ganhou nada para aparecer na campanha.

Bono se encantou com Gisele porque ela declinou do cachê e ele teria gravado diversas imagens da top model nas ações da campanha, e ela o teria autorizado a utilizá-las em um novo vídeo da banda. Ela seria ela mesmo no video.
Gisele Caroline Bündchen é a maior modelo Brasileira. Foi declarada a modelo mais bem paga do mundo, título que mantém há cinco anos, aparecendo no Guiness Book como a modelo mais rica do mundo.


A canção 'Hallelujah Here She Comes' apareceu em show do U2 um ano antes de ser lançada oficialmente

Em junho de 1987, o U2 fez um show pela turnê 'The Joshua Tree', no The Zenith, em Paris, França.
Durante a performance de 'Bullet The Blue Sky', Bono cantou uma linha de uma canção desconhecida dos fãs do U2.
Somente em setembro de 1988, quando o U2 lançou o single de 'Desire', que aquele snippet teve sentido. No Lado B do single, a canção 'Hallelujah Here She Comes' foi reconhecida como sendo a canção que Bono tinha cantado na performance de 'Bullet The Blue Sky' na França, um ano antes.
Isto prova que assim como 'Heartland', a canção 'Hallelujah Here She Comes' começou a ser desenvolvida nas sessões do álbum 'The Joshua Tree', mas só foram finalizadas e lançadas um ano depois, com o lançamento de 'Rattle And Hum'.
Também das sessões de 'The Joshua Tree', a canção trabalhada com o título de 'Little Angel Of Harlem', se transformou no single 'Angel Of Harlem',´já do álbum 'Rattle And Hum'.
Outro exemplo é da canção 'She's A Mystery To Me', que só foi lançada ao vivo em 30 de Dezembro de 1989, e que no entanto, já era conhecida pelos fãs desde 7 de Novembro de 1987, quando foi tocada em uma passagem de som do U2.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Fim do mistério: Ciaran Gribbin é o irlandês misterioso da nova canção do INXS

Há algumas semanas atrás, Andrew Farriss postou uma nota no site oficial da banda INXS, falando sobre uma música composta em parceria com um certo cantor irlandês e de sotaque engraçado.
Acreditava-se que este cantor seria Bono, mas então os fãs do INXS logo divulgaram que quem tinha colocado voz na demo disponibilizada pela banda, chamava-se Rea Garvey, vocalista da banda Reamoon.
Esta semana novamente o assunto veio a tona, com vários sites noticiando que o irlandês misterioso era mesmo Bono, apesar dos fãs do U2 terem certeza que a voz em 'Tiny Summer' não era de Bono.
Mas o mistério oficialmente chegou ao fim.
O INXS anunciou a contratação do cantor irlandês Ciaran Gribbin para assumir os vocais da banda. Gribbin, que conheçou o tecladista e principal compositor do grupo Andrew Farriss em uma festa em Sydney há dois anos atrás, já havia gravado material com o grupo (justamente a canção Tiny Summer) e se juntará a eles em novembro, para uma breve turnê.
Em entrevista à revista Billboard, Farris deu a entender que a ansiedade quanto futuro de Gribbin no INXS é moderada. Segundo o músico, no momento, eles estão "apenas aproveitando o período de criatividade e experimentando uma variedade de coisas no estúdio", disse.
Já Gribbin demonstrou bastante ânimo com o que estar por vir. "De certa forma, estou bastante nervoso e, de outra, estou inacreditavelmente empolgado. É maravilhoso, um momento de orgulho para mim. É um sentimento verdadeiro de conquista ter uma banda como o INXS acreditando em mim como performer e cantor. É um 'sonho virando realidade' genuíno, coisa de conto de fadas", revelou o roqueiro.
Gribbin chega com a missão de substituir J.D. Fortune, um cantor norte-americano que se juntou à banda após vencer o reality show "Rock Star: INXS", mas que foi convidado a se retirar do grupo no ano passado. O vocalista original da banda, Michael Hutchence se suicidou em 1997.
http://www.inxs.com/Tiny_Summer.html

Versão completa do video de Bono cantando Psycho Killer no Karaoke do Bar Secreto em São Paulo

Depois de finalizarem uma turnê pelo Brasil em abril, o U2 continuou tocando ao vivo na companhia de Dom Howard, do Muse.
O prolongamento do concerto aconteceu num pequeno clube de São Paulo, chamado Bar Secreto, onde Bono e Larry Mullen Jr, se juntaram a Dom Howard numa versão de "Psycho Killer", dos Talking Heads.
O local é uma balada no estilo clube prive. Devido à grande procura pela fama conquistada, o bar passou a realizar reservas somente via email. Em algumas ocasiões, para entrar, é necessário dizer uma senha que só é divulgada para o grupo de amigos do proprietário da casa.

Confira o video da performance de Psycho Killer na integra:

A apresentação do U2 com os instrumentos do The Police

'U2 At The End Of The World', por Bill Flanagan:


"Em 1985, depois de "Pride" ter trazido o U2 a um outro nível de sucesso, tocar em salas pequenas não era mais uma opção da banda. Naquela época eu havia me mudado para Nova Iorque e o U2 estava tocando na Radio City Music Hall. Era um lugar muito pequeno. O público estava avançando para o palco, os seguranças estavam lutando com os fãs, Bono estava lutando para readquirir controle como Mick Jagger em Altamont. Bono entrou em brigas com os policiais que estavam batendo nos garotos. O show parou várias vezes enquanto os guardas tentavam restabelecer a ordem. Foi uma grande confusão que quase acabou com Bono indo preso e certamente garantiu que o U2 já não podia mais tocar em salas de tamanho médio na América.
No verão de 1986, o U2 concordou em ser cabeça de cartaz para uma turnê beneficente na América em favor da Anistia Internacional. Eles eram o topo de uma lista que ainda contava com Sting, acabado de sair do The Police, Peter Gabriel e Lou Reed, um dos seus primeiros heróis. A última noite da Anistia Tour foi apresentada no Giants Stadium e seria transmitida pela TV na MTV. Convidados especiais surgiam de todos os lados e a tensão estava alta, quando a MTV deu um passo a frente e assumiu o comando. Miles Davis tocou, Muhammad Ali falou, Pete Townshend saiu do avião em Nova Iorque e descobriu que o pai havia acabado de morrer em Londres. Ele deu a volta e foi para casa. Pediram à Joni Mitchell, que havia combinado tocar apenas algumas músicas, que fosse sem ensaiar e fizesse um show completo para preencher o buraco deixado pelo Townshend. O lugar estava uma loucura com tanta vaidade, pânico, ameaças e puxa-saquismo.
A maior guerra de egos havia acabado, quem iria fechar o show. Era uma turnê do U2, sempre fora, mas nos últimos dias a banda recém falecida de Sting, The Police, havia se reunido para uma majestosa libertação de prisioneiros e conscientizadora despedida. O The Police era um nome maior que o U2, e o fato de ser esta a última apresentação de despedida, de adeus-a-tudo-isto, não deixou dúvidas na cabeça do empresário deles, Miles Copeland, sobre quem deveria ser o responsável pelo clímax neste espetáculo de primeira categoria. O promotor da turnê, Bill Graham, discordou. Graham, Copeland e o líder da Anistia, Jack Healy, discutiram para decidir quem iria abrir para quem. Raramente houve tanta energia furiosa gasta ao serviço dos prisioneiros políticos quanto naqueles camarins no Giants Stadium naquele dia.
Finalmente um conciliação digna de Salomão foi alcançada. O U2 foi primeiro e tocou como principal. Bono, de cabelo comprido, parecia-se com Daniel Webster e teve o estádio de futebol na mão. As pessoas que viram pela TV me disseram que pareceu exagerado, uma representação, e até pode ser que sim, mas no estádio foi hipnotizante. Eu estava empolgado por eles terem conseguido. Eu encontrei a Ellen atrás do palco e disse, "Ellen! Eles foram o melhor que já tinham sido até hoje! O The Police nem tem chance!" e ela arrancou minha bunda metaforicamente e me enfiou ela goela abaixo. "Isto não é uma competição!" Ellen explodiu. "Estes músicos não tem nada a não ser respeito e afeição uns pelos outros e não ajuda em nada quando as pessoas que os cercam tentam transformar as coisas numa batalha de bandas!" "Ah!" eu expliquei, encolhendo como uma camiseta barata lavada com água quente. Ellen se acalmou e disse, desculpa, tem sido um dia duro.
O grande acordo era que o U2 sairia do palco a tempo para o The Police ter um bom bocado de horário nobre na televisão, antes da emissão da MTV acabar, e no final da (excelente) apresentação do The Police eles tocaram "Invisible Sun," a música memorável deles sobre os problemas na Irlanda do Norte.

Um a um os membros do U2 surgiram das coxias e foram pegando os instrumentos do The Police. Larry pegou o lugar de Stewart Copeland atrás da bateria, Edge pegou a guitarra de Andy Summers, Adam pegou o baixo do Sting e Bono foi para o microfone e acabou a música do The Police. Foi um gesto de classe, a Maior Banda do Mundo de saída passando publicamente o bastão para a nova.
No final do show, todos que participaram do evento cantaram juntos "I Shall Be Released", de Bob Dylan.

Analisando o final da Anistia um ano depois, Sting disse, "Na última música que tocamos nós passamos os instrumentos para o U2. Todas as bandas têm o seu momento. Em 84 nós éramos a maior banda do mundo e eu achei que o U2 seria a próxima e eu estava certo. Eles são a maior banda do mundo. Daqui a um ano será a vez deles passarem o instrumento para outros."

Agradecimento: Forum UV Brasil

Gibigiane/Reflections, de Aldo Gianniccolo

A canção "Corpse (These Chains Are Way Too Long)" está no filme "Gibigiane/Reflections" de Aldo Gianniccolo (Milão), lançado em 1990. É seu filme com argumentos mais tensos.
Com pouco mais de 90 minutos de duração, certamente não é um filme tão enorme devastadoramente como 'Mirages' (1984, 4 horas, 20 minutos) e 'Il Vento'(1987: 5 horas, 9 minutos), mas está em sua maneira comparativamente modesta como uma satisfação.
Seu título é a palavra usada em Venicefor que os estilhaços quixotescos da luz refletiram em paredes dos canais, e apresenta apenas aquelas imagens em uma série numa sequência de 10 minutos, que são folhas uma sobre a outra que se dissolvem de uma maneira lenta.
O filme começa em velocidade real, mas cada seqüência é cerca de 15% mais lenta do que a anterior, de modo que os 10 minutos da última seção é inferior a um oitavo de velocidade real.
O filme original é mudo, mas uma longa seção dele com essa música do Passengers foi usada como a seqüência do título para uma série de detetive da TV italiana ('Il Pendolo') gravado em Veneza.


Real ou Imaginário?
Esta sinopse chega a ser ridícula! O filme é imaginário.
A canção é real e traz no vocal, The Edge!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Paul McGuinness elogia extensão dos direitos autorais de músicas na UE

Artistas elogiaram uma decisão europeia de estender os direitos autorais para registros de músicas de 50 para 70 anos, depois de uma campanha que durou anos e que incluiu artistas como Paul McCartney e Cliff Richard, os quais corriam o risco de verem seus direitos expirarem enquanto ainda estivessem vivos.
A medida vai ajudar a indústria da música a recuperar parte da receita perdida enquanto luta para responder à revolução digital que permitiu ampla pirataria musical na internet com o crescimento da distribuição online.
"Num momento em que alguns interesses buscam enfraquecer os direitos autorais para seus próprios propósitos, isso envia uma mensagem importante de que o direito dos criadores de ganhar a vida é levado a sério pela UE", afirmou a Associação das Empresas Independentes de Música.
A venda das gravações musicais no mundo caiu 9 por cento no ano passado, passando a 15,9 bilhões de dólares.
"A União Europeia finalmente agiu para dar aos artistas e músicos na Europa um período maior de proteção para garantir que eles se beneficiem de seus trabalhos, pelo menos enquanto viverem", disse o ex-cantor e compositor do grupo ABBA Bjorn Ulvaeus. "Agora não terei que ver o ABBA ser usado em um comercial de televisão."
"Esse é um grande passo para os artistas", declarou o agente do U2 Paul McGuinness. "Quase 40.000 artistas assinaram uma petição para essa mudança e passaram uma mensagem em alto e bom som que os políticos escutaram."

Reuters Brasil

North Strand

No Lado B de 1987 'Walk To The Water', do single de 'With Or Without You' do U2, a letra traz: "Turn left on to the North Strand. And on, on towards the sea" (Virou a esquerda para North Strand. E seguiu, em direção ao mar).
North Strand é uma área do centro da cidade no lado norte de Dublin, Irlanda.
O fato mais famoso associado à North Strand foi "Os Bombardeios de North Strand".

Em maio de 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, os aviões alemães da Luftwaffe que tinham ido para fora do curso encontraram-se neutros em Dublin. Vindo sob o fogo, eles lançaram suas bombas, causando muita devastação na área. Um parque memorial às vítimas do ataque agora está localizado perto de 'Cinco Lâmpadas'.

Canções do U2 regravadas pelo projeto musical alemão Gregorian

Gregorian é um projeto musical alemão, liderado por Frank Peterson, cantando cantos gregorianos inspirados em versões modernas das músicas pop e rock dos anos 60, 70, 80, 90 e 2000. É principalmente produzido pela Nemo Studio e várias outras gravadoras da Europa. Um dos mais bem sucedidos projetos pop de fusão clássica, Gregorian mistura pop e rock com cantos gregorianos.
Os membros do grupo de coro de Gregorian são Richard Naxton (Naxos), Johnny Clucas (Johnny), Dan Hoadley (Dan), Chris Tickner (Chris T.), Richard Collier (Rich), Gerry O'Beime (Gerry), Lawrence White (Lorro) e Rob Fardell (Rob F.).
Outros que também contribuíram com o projeto Gregorian, tanto com sua voz quanto em composição, são Frank Peterson, Amelia Brightman (irmã da Sarah Brightman), o pessoal do Nemo Studio, entre outros.
No ano 2000, lançaram um single com uma releitura da canção "I Still Haven't Found What I'm Looking For", do U2.

Em 2004, em 'Masters of Chant Chapter IV', a banda fez uma versão para With Or Without You:

Em 2009, foi a vez de 'One' ganhar uma versão, em 'Masters of Chant Chapter VII'

domingo, 25 de setembro de 2011

Exit

Bono tinha ido para o oeste em sua leitura. Ele estava interessado em Flannery O’Connor, Raymond Carver, Norman Mailer, procurando por insights sobre o povo do lugar vasto que os tinham abraçado. Maneiras de compreender as ações ordinárias e então os forasteiros, madeiras flutuantes - aquelas à margem da terra prometida, cortadas do sonho americano. Ele leu The Executioner’s Song, de Norman Mailer, soberbo relato da vida de Gary Gilmore. ‘Exit’ não é sobre Gilmore. E não é sobre Charles Manson também. Mas redes de arrastão estão em um ou ambos.
Musicalmente ‘Exit’ é como nada que o U2 tinha feito antes. A antítese de seu brilho, toque, otimismo inspirador; ela era suja, irada, alta, discordante, repetitiva, barulhenta, negra. Se a intenção era chamar um sentimento mal para fora, então eles conseguiram, com a intensa bateria de Larry e o baixo de Adam despudorado, insistente, criando uma poderosa sensação de estar dentro da pele de alguém, de sentir palpitações na sua rota para algum desenlace indizível.
“Pode-se dizer que este é um terreno proibido para os U2, pois nós somos um ‘grupo otimista’", Bono confidenciou na época. “Mas ser um otimista não significa ser cego e surdo para o mundo ao seu redor. ‘Exit’, eu não sei mesmo que ato está nessa canção. Alguns vêem como um assassinato, outros um suicídio. E eu não me importo. Mas o ritmo e a letra são quase tão importantes na transmissão do estado de espírito”. Esse foi o ponto de ‘Exit’: transmitir o estado de espírito de alguém que foi levado, por qualquer impulso forte, à beira do desespero. A corrente de imagens religiosas reflete uma nova consciência sobre os perigos do fanatismo implícito na fé. Mas não havia nenhuma outra mensagem em ‘Exit’, exceto que é assim que é lá fora: lidar com isso. E de certa forma, era um método de purgar os próprios demônios da banda, sua própria raiva e fúria com as vicissitudes que o destino tinha empurrado em cima deles. Era uma maneira de chegar a termos com a morte e dor. Foi um exorcismo.
Como tal, não foi sem seus próprios custos psíquicos.
Nos EUA, o homem acusado do assassinato de Rebecca Shaeffer, atriz de TV, alegou que foi inspirado pela audição de ‘Exit’. Pode ter sido não mais do que um advogado de defesa inteligente chegando com um apelo meio plausível de atenuação, mas não era o tipo de acusação que você queria que pairasse sobre você, mas então, houve toda uma lista de lições positivas a serem aprendidas com The Joshua Tree também.

Agradecimento: Rosa - U2 Mofo

sábado, 24 de setembro de 2011

Em show no Rock In Rio, Elton John faz uma longa performance de canção que o U2 utilizava no encerramento das apresentações da turnê 360°

O cantor Elton John realizou um show repleto de romantismo e emoção na noite desta sexta-feira, 23, no Rock in Rio 2011. Elton John foi o penúltimo show do Palco Mundo do Rock in Rio na noite de estreia.
Uma das canções da noite que mais merece destaque foi a longa performance da clássica Rocket Man, de 1972.
A canção é baseada no conto "The Rocket Man", do livro "The Illustrated Man", de Ray Bradbury.
O U2 utilizou a canção em todos os shows da turnê mundial 360°. A canção era tocada no sistema de som, com as luzes ainda apagadas e um vídeo no telão de alguns astronautas. A canção ainda soava nos alto falantes dos estádios enquanto a plateia deixava o local.

Trailer de Cinema: "The Man On The Train"

Finalmente, divulgado o trailer de cinema de "The Man On The Train", com Larry Mullen:

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

39 anos depois, Reino Unido oferece indenizações para famílias de vítimas do Domingo Sangrento

Trinta e nove anos depois de um dos mais polêmicos episódios envolvendo a presença britânica na Irlanda do Norte - quando 14 pessoas morreram e 12 ficaram feridas após o exército abrir fogo contra manifestantes católicos em Londonderry -, o Ministério da Defesa anunciou um programa de indenizações para familiares das vítimas do episódio que ficou conhecido como Domingo Sangrento.
Longe de espontânea, a medida foi anunciada em resposta à ameaça de diversos parentes entrarem na justiça contra o governo. Há um ano, o Inquérito Saville, que desde 1998 investigava as circunstâncias do Domingo Sangrento, concluiu que as ações dos militares fora injustificada, contrariando a decisão do inquérito original, de 1974. E em junho o premier David Cameron pediu desculpas oficialmente em nome do governo pelo incidente, que inspirou uma série de manifestações artísticas na Irlanda do Norte e na República da Irlanda, incluindo a emblemática canção 'Sunday, Bloody Sunday', do U2.
Algumas famílias rejeitaram a oferta de compensação financeira, sustentando que querem julgamento criminal para os envolvidos. Ninguém foi sequer formalmente acusado pelas mortes.

- É repulsivo. Ofensivo. Não agora, não vamos aceitar dinheiro nunca - disse Linda Nash, que perdeu o irmão de 19 anos no massacre.
Há ainda complicações como o fato de que a maioria dos parentes diretos de vítimas já morreu e que outros eram jovens, solteiros e sem dependentes. Muitos dos feridos também já morreram. Outro ponto polêmico é que já houve pagamentos de indenizações às famílias nos anos 70, depois do inquérito original, ainda que em somas simbólicas. O governo tampouco revelou o valor que pretende pagar agora e pretende usar um complexo sistema de classificação para separar os eventuais pedidos das famílias.
A questão também está despertando protestos junto a famílias de pessoas mortas em atentados levados a cabo por grupos paramilitares como o Exército Republicano Irlandês (IRA), responsável por uma campanha de terror que resultou em quase 3 mil mortes em três décadas de violência na Irlanda do Norte.

- As famílias do 'Domingo Sangrento' já tiveram sua vitória na justiça, por que precisam de algo mais? Ou será que alguém indenizará as pessoas feridas ou mortas pelo IRA - questionou Mary Hamilton, que em 1972 foi ferida por um atentado a bomba do grupo da paralimitar que matou nove pessoas, também em Londonderry.
A repressão ao protesto, que questionava a prisão de integrantes do IRA, terminou ampliando o apoio local à organização militar irlandesa. O governo britânico tornou-se alvo da fúria da região por ter classificado o massacre como uma reação a ataques do IRA. Os mortos foram identificados como atiradores.
O Ministério da Defesa britânico confirmou o pagamento das indenizações, sem dar detalhes. Os advogados das vítimas e de suas famílias receberam cartas para acertar os termos do pagamento.
"Nós reconhecemos a dor sentida por essas famílias por quase 40 anos, e que os membros das Forças Armadas agiram de forma errada. Por isso, o governo pede desculpas", diz o comunicado do ministério.
O conflito na Irlanda do Norte opõe nacionalistas católicos, partidários da anexação da Irlanda do Norte à vizinha República da Irlanda, aos chamados "unionistas", protestantes defensores da continuidade da ligação com o Reino Unido.
Fonte: O Globo

It's The Real Thing!

'Even Better Than The Real Thing' do U2 começou com o título "The Real Thing", durante as sessões para o álbum Rattle And Hum, em 1988.
Este título era uma brincadeira com o slogan da Coca-Cola "It's The Real Thing", e a música tinha a intenção de fazer uma declaração sobre o mercantilismo.
Foi então que Richard Branson pediu para usar esta canção no lançamento de sua Virgin Cola, concorrente da Coca-Cola, mas o U2 recusou.
Coca-Cola é a marca de um refrigerante com sabor de noz-de-cola pertencente à The Coca-Cola Company que comercializa em mais de 200 países e responde por mais de 400 marcas de bebidas não-alcoólicas, entre estas, quatro das cinco marcas mais consumidas no planeta.

Anos antes, em 1984, o U2 já havia citado a conhecida marca na canção Promenade, no trecho "Slides da cidade à beira-mar mostram Coca-Cola, o futebol de rádio........".
Quando o álbum POP foi lançado, a faixa 'The Playboy Mansion' trouxe referências à cultura pop em suas letras. E novamente, Coca-Cola apareceu em uma composição da banda, com Bono dizendo que "Coca é um mistério".
Mas não foi só nas letras do U2 que a marca apareceu. Na canção 'Billy Boola', escrita por Bono e Gavin Friday, a dupla canta no refrão: " Oh pa Coca Cola ee yay oh".
Neste ano de 2011, na passagem da turnê mundial 360º pelo Brasil, a Heineken e a Coca-Cola marcaram presença nos dois primeiros shows do U2 com um camarote V.I.P em uma área nobre do Estádio do Morumbi produzida pela agência Rock Comunicação.


Em 1886, ano em que foi apresentada pela primeira vez ao público, na Jacob's Pharmacy em Atlanta, nos Estados Unidos, a Coca-Cola conquistou a preferência do consumidor e inaugurou a trajetória de um grande sucesso mundial.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A Night With U2 - Video

Especial do canal VH1 'A Night With U2', onde a garota canadense Julie Kryk relata como ela foi escolhida por Bono para tocar violão em um show do U2 em Las Vegas, durante a turnê Elevation, de 2001.
Sem legendas em português.

Apelo urgente de Bono e artistas africanos‎ contra a fome na África

O vocalista do U2, Bono, e 60 artistas africanos liderados pelo cantor senegalês Youssou N'Dour pediram nesta quinta-feira à ONU mais fundos contra a crise de fome no Chifre da África.
"Mais de 30 mil crianças morreram nos últimos três meses e 13 milhões de vidas correm perigo na Somália, no sul da Etiópia e no norte do Quênia", lembraram os artistas em uma carta enviada aos dirigentes mundiais que participam da Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York.
Os artistas também pediram aos países que "invistam mais nas soluções de longo prazo para aumentar a produtividade agrícola e a segurança alimentar" nessa região da África, conforme se comprometeram nos encontros internacionais de Áquila, na Itália, e de Maputo, em Moçambique.
Os 60 artistas, entre os quais se destacam Nameless, Angelique Kidjo, 2face Idibia e Hugh Masekela, pediram também às autoridades mundiais que "invistam mais energia" para o avanço da paz na região e para "pôr fim ao ciclo de instabilidade" política.
A organização sem fins lucrativos ONE, da qual Bono é co-fundador, afirmou em uma nota que, dos US$ 22 bilhões prometidos em Áquila pelo Grupo dos Oito (G8, os sete países mais ricos do mundo mais a Rússia), "só 22% dos fundos foram finalmente desbloqueados".
A ONE lembrou também o compromisso dos líderes africanos, assumido em 2003 em uma reunião da União Africana, de destinar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) de seus países à agricultura.

Do site: Terra

C’Mon Everybody

C’Mon Everybody foi composta por Eddie Cochran e Jerry Capehart e gravada por Eddie em 10 de Outubro de 1958 e lançada pela Liberty Records no mesmo mês no lado B. Foi produzida por Eddie Cochran. Eddie Cochran gravou a voz, guitarra, e o overdub de guitarra e bateria. E também teve o famoso Earl Palmer nas baterias.

A canção chegou ao número 6 na Grã-Bretanha em 1959 e em 1988 a canção foi relançada e chegou ao número 14 no mesmo país. Chegou ao número 35 nos Estados Unidos e ocupa o lugar número 403 da lista da revista Rolling Stone das 500 melhores canções de todos os tempos.
Quando Cochran gravou os vocais, ele também criou uma outra versão pra música, onde em vez de “c’mon everybody” ele diz “let’s get together”. Essa versão foi lançada num álbum de compilação em 1970.
Além de versões com o U2 e Led Zeppelin, a canção também foi usada pela Levi Strauss pra promover o jeans 501 em 1988. O comercial conta a história de como a compositora Sharon Sheeley atraiu Eddie Cochran usando o jeans. A canção foi relançada como um single promocional no mesmo ano.

O U2 em 1986 abriu concertos beneficentes do Self Aid e Conspiracy Of Hope com esta canção.

Durante a turnê 'The Joshua Tree' no ano seguinte, em diversas apresentações a canção foi incluida nos setlists.
Em Cork, Irlanda, em agosto de 1987, foi a última vez que a canção foi tocada pelo U2 ao vivo.

Bono costumava apresentá-la como "um outro clássico estragado pelo U2".

A primeira (e caótica) jam session com Paul, Larry, Adam, Neil, Ivan, Dik e Dave

Do livro de Neil McCormick 'Killing Bono: I Was Bono's Doppelganger':

25 de setembro de 1976, na pequena cozinha da casa de Larry Mullen, depois do famoso recado no mural da escola Mount Temple.
Compareceram, além do anfitrião Larry, os irmãos Dave e Dick Evans, Adam Clayton, Paul Hewson e Ivan McCormick (irmão do Neil McCormick ). Dik era o mais velho, Ivan era o mais novo. Eles começaram a discutir seus planos, tomando chá com biscoitos. Todos estavam mesmo a fim de formar uma banda. Algumas influências citadas nessa primeira reunião foram Led Zeppelin, Deep Purple e Fletwood Mac. Cada um trouxe uma guitarra, e Adam trouxe seu baixo. O espaço era tão pequeno que Larry teve que montar sua bateria metade na cozinha e metade numa extensão da casa, algo como um puxadinho. À seguir eles se lançaram numa caótica jam session, tocando Brown Sugar e Satisfaction, dos Rolling Stones. Nas palavras de Neil, "havia guitarristas demais, amplificadores de menos, e nenhum consenso sobre quais acordes eles deveriam tocar em cada música, mas nada disso parecia ter importância. Uma nova estrela tinha surgido no firmamento do rock´n´roll. Para esses destemidos indivíduos - bem, pelo menos para alguns deles - nada mais seria o mesmo novamente."
"Paul era outro problema. Ele era realmente um músico frustrado. Ele simplesmente não conseguia fazer com que sua guitarra fizesse o que ele queria que ela fizesse. Normalmente ele a abandonava, e em vez de insistir ele gastava sua considerável energia tentando quase que magicamente evocar e arrancar a música dos outros. Durante uma interminável jam session de Smoke On The Water, do Deep Purple, Ivan ficou impressionado ao ver Paul ficar de joelhos na frente de Dave enquanto ele tocava o famoso riff da canção, mantendo seus dedos na frente dos dedos de Dave e imitando seus movimentos, como se quisesse tocar a guitarra, ele mesmo, sem na verdade encostar nela."

Agradecimento: Fórum UV Brasil

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Após lançarem o álbum "Collapse Into Now", que Bono ajudou na distribuição de algumas cópias, R.E.M anuncia fim da banda

Para decepção dos fãs, que esperavam por uma nova turnê, a banda de rock americana R.E.M. decidiu se separar após 30 anos de carreira, informaram os integrantes do grupo através do site oficial.
"A todos nossos admiradores e amigos: como R.E.M. e como cúmplices de toda uma vida, decidimos por um ponto final na banda", afirmou o comunicado assinado pelo cantor Michael Stipe, pelo baixista Mike Mills e pelo guitarrista Peter Buck.
"Nós caminhamos com uma enorme sensação de gratidão, de dever cumprido, e de assombro por tudo o que foi conquistado. A todos aqueles que se emocionaram com nossa música, nosso mais sincero agradecimento por nos escutar", concluiu a nota.
Na conhecida discografia do R.E.M. se destacam álbuns clássicos como "Out of Time" (1991), "Automatic For The People" (1992) e "Monster" (1994), que traziam "hits" como "Losing My Religion", "Everybody Hurts", "What''s the Frequency, Kenneth?", entre outros.


Último álbum do grupo e 15º da carreira, "Collapse Into Now" foi lançado neste ano e arrancou inúmeros elogios da critica, inclusive de Mike Mills, que considerou o disco como o melhor da banda desde o lançamento de "Out of time" (1991).
Bono celebrou o aniversário de 50 anos de sua mulher, Ali Hewson, ao lado do guitarrista The Edge, de Michael Stipe e da modelo Helena Christensen em um restaurante italiano da cidade de Nova York.
Depois da refeição, o vocalista do U2 resolveu sair do restaurante para ver se conseguia distribuir alguns álbuns "Collapse Into Now".
Foi Stipe que trouxe consigo para a festa algumas cópias do 15° álbum de estúdio do R.E.M. Com os discos na mão e aparentemente sem nenhum planejamento, Bono deixou o restaurante após o jantar e começou a oferecer alguns CDs da banda do amigo para as pessoas que passavam na Lafayette Street.
"Ele estava perguntando para todo mundo que estava parado do lado de fora do restaurante se eles gostariam de um CD", contou uma testemunha à reportagem do Post. "Bono foi amplamente ignorado pelas pessoas. Algumas até começaram a olhar para ele e comentar como se ele fosse louco. Até que finalmente uma menina reconheceu ele e pegou o disco. Mas foi isso."
Apesar de satisfazer o público e os integrantes da banda, o lançamento do álbum não foi suficiente para embalar o R.E.M., que anunciou seu fim antes da esperada turnê mundial.

Scarlett Johansson: "Bono é cool"

Scarlett Johansson em 2006, declarou que Bono é uma das pessoas mais simpáticas que ela já conheceu: “Ele simboliza o que é ser cool”, definiu ela.
A atriz conheceu o líder do U2 em uma festa naquela época, depois de um show da banda irlandesa em Nova Iorque, e ficou surpresa ao ver como Bono é amigável.
“Ele é engraçado e muito brincalhão. Às vezes, suas brincadeiras são até maliciosas".
"Fiquei surpresa porque, depois de vê-lo como um Deus no palco, descobri que é uma pessoa acessível. Depois de fazer um show incrível, ele falou com todos nós sobre as coisas que vinha fazendo, em particular sobre o seu envolvimento com as questões africanas”, concluiu Johansson.

Depois, foi a vez de Bono retribuir os elogios à Scarlett, em entrevista à Harper’s Bazaar UK em 2010, que trouxe um ensaio da atriz inspirado na África, no qual ela participa de projetos de caridade, ao lado de Bono.
O vocalista do U2 disse diretamente para Scarlett: “Eu acho que as mulheres falam sobre esses assuntos com mais potência. Eu amo sua ternura com as pessoas que você conheceu, e você nem tem filhos ainda."

'Holy Joe': a misteriosa canção do U2

Holy Joe é o grande mistério dentre todas as canções do U2.
Ela foi tocada ao vivo uma única vez, no lançamento do álbum Pop, realizado no K-Mart, em Nova York.
A performance aconteceu em um palco improvisado na seção de lingerie da loja.

The Edge disse que a canção ficou de fora do álbum apenas por 'falta de espaço'(no Japão a versão Guilty Mix entrou como 13° música, bônus track), e este mix e mais um foram utilizados como Lados B em dois singles do álbum, sem ter uma versão original fora destes remixes.
No livro de Niall Stokes "U2: Into the Heart: The Stories Behind Every Song", que é o registro mais completo da história das letras e composições do U2, 'Holy Joe' não é comentada.
A letra da canção aponta para luxúria.
A banda jamais comentou sobre ela, e o que se sabe sobre a composição são apenas rumores. Um deles seria de que 'Holy Joe' fala de um cara conhecido como Joe, que dirigia um culto no qual Bono e os outros integrantes do U2 juntaram-se por pouco tempo na Irlanda.
Foi dito por Bono antes do lançamento do POP, que em uma das faixas do álbum ele cantava sobre masturbação. Acredita-se que esta canção seja 'Holy Joe'.
Uma hipótese não descartada, é a de que a canção seja sobre religião, porque antigamente no exército, "Holy Joe" era o apelido para um um capelão em um dos serviços militares, ou seja, um padre que viajava em uma guerra com soldados.
Em outra canção do U2, "Flower Child", o personagem 'Holy Joe' novamente aparece.
O mistério permanece......

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Bono é a 8° personalidade mais admirada e respeitada no mundo

Uma pesquisa realizada pelo Reputation Institute com mais de 50 mil entrevistados em 25 países mostra que Bono é a 8° personalidade mais admirada do mundo.
A pesquisa, batizada de 2011 Leader RepTrak, é realizada anualmente pelo instituto desde 2006.

Confira quem são as 20 personalidades mais admiradas do planeta:

1 - Nelson Mandela (África do Sul)
2 - Roger Federer (Suíça)
3 - Bill Gates (EUA)
4 - Warren Buffet (EUA)
5 - Richard Branson (Inglaterra)
6 - Steve Jobs (EUA)
7 - Oprah Winfrey (EUA)
8 - Bono (Irlanda)
9 - Ratan Tata (Índia)
10 - Elizabeth II (Inglaterra)
11 - Bank Ki-Moon (Coreia do Sul)
12 - Angelina Jolie (EUA)
13 - Tenzin Gyatso (Tibete)
14 - Barack Obama (EUA)
15 - Satoru Iwata (Japão)
16 - Derek Jater (EUA)
17 - Fred Smith (EUA)
18 - Jeff Bezos (EUA)
19 - Lakshmi Mittal (Índia)
20 - Mark Zuckerberg (EUA)

Agradecimento: Terra

U2 Duals




CD U2 Duals, disponibilizado apenas para assinantes do site oficial da banda. Importado, distribuido pela Interscope Records / Island Records.
Edição limitada, em capa cartão, contendo mini poster desdobrável, cartão-luva interno com o CD acondicionado dentro e encarte com informações e créditos das canções.

Ao longo dos anos, uma comunidade única de artistas dividiu um estúdio de gravação com o U2.
Desde o folk ao punk, desde o country ao blue e soul, essas extraordinárias colaborações marcaram os gêneros musicais, mas até agora nunca foram vistas todas juntas.
'U2 Duals' é uma coleção especial que captura o U2 em colaborações com outros artistas ao longa de três décadas.
De Soweto Gospel Choir à Allan Ginsberg, Willie Nelson à Mary J Blige e Mick Jagger à Green Day, a banda tem colecionado "duos", que destacam a série notável de artistas com que já trabalhararam.
Algumas das quinze faixas deste lançamento para assinantes do site oficial, já apareceram em álbuns de estúdio, mas muitas só tinham sido disponibizadas anteriormente em edições limitadas, e algumas foram lançadas exclusivamente nesta coleção, pela primeira vez.
É uma edição limitada que não foi colocado à venda em lojas ou internet. Ele é parte do pacote de assinatura 2010/2011 do site oficial da banda, U2.com

01 WHERE THE STREETS HAVE NO NAME – U2 and Soweto Gospel Choir
02 THE WANDERER – U2 and Johnny Cash
03 FALLING AT YOUR FEET – Bono and Danny Lanois
04 MISS SARAJEVO – Passengers and Luciano Pavarotti
05 SLOW DANCING – U2 and Willie Nelson
06 THE SAINTS ARE COMING – U2 and Green Day
07 SUNDAY BLOODY SUNDAY (Live from Auckland) – U2 and Jay-Z
08 ONE – U2 and Mary J Blige
09 WHEN LOVE COMES TO TOWN – U2 and BB King
10 STUCK IN A MOMENT YOU CAN’T GET OUT OF (Live at the Rock & Roll Hall of Fame) – U2 and Mick Jagger
11 THE BALLAD OF RONNIE DREW – U2, The Dubliners, Kila, A Band of Bowsies
12 I’M NOT YOUR BABY – U2 and Sinead O’Connor
13 STRANDED (HAITI MON AMOUR) – Hybrid Mix, Jay-Z, Bono, The Edge, Rihanna
14 DRUNK CHICKEN / AMERICA – U2 and Allen Ginsberg
15 AMAZING GRACE – U2 and Soweto Gospel Choir

DETALHE: Para promover o lançamento do CD, o site oficial U2.com disponibilizou para os assinantes a faixa extra Amazing Grace/Where The Streets Have No Name, com participação do Soweto Gospel Choir. E esta versão funciona muito melhor que a versão do U2 Duals.

Entenda: esta versão do site traz as duas canções editadas juntas, assim como ela foi tocada em sua versão ao vivo, diferente das faixas incluídas no U2 Duals, em que elas estão separadas e fora da sequência original (estão na 1° e 15° faixa do disco).
A edição de 'Amazing Grace' separada traz em seu final, o som da plateia ao vivo e um fade-out finalizando o álbum.

Backstage With The Soweto Gospel Choir - Video

Video exclusivo do site U2.com
O Soweto Gospel Choir esteve no Soccer Stadium em Jo'burg no início do ano para cumprimentar o U2 antes da primeira data da turnê em 2011.
Veja o coral no backstage do show, cantando uma versão de 'Where The Streets Have No Name', além do encontro com os integrantes do U2.
Presencie um momento especial dos integrantes do Soweto Gospel Choir, quando eles ouvem a versão de 'Get On Your Boots' com a participação deles, tocando no sistema de som enquanto o U2 entra em palco.

A introdução 'Get On Your Boots / Gracias A La Vida', utilizada no show em Santiago pela turnê 360°

Nos dois shows realizados pelo U2 este ano na África Do Sul pela turnê 360°, a banda pela primeira vez entrou no palco ao som do remix 'Get On Your Boots ('Rainbow People Remix)', que conta com a participação do coral gospel de Soweto.
A faixa foi originalmente remixada por um grupo de DJ's conhecidos como 'Fish Out Of Water', e mais tarde este remix foi reeditado com a adição do Soweto Gospel Choir, em uma versão feita para ser utilizada nos vídeos promos do canal ESPN, para divulgação da Copa Do Mundo 2010.
No show seguinte, em Santiago do Chile, o U2 novamente surpreendeu ao utilizar na introdução do show o remix de 'Get On Your Boots', mas com um diferencial: o remix foi mesclado com uma performance de 'Gracias A La Vida', na voz da cantora local e instrumentista Francisca Valenzuela.

'Gracias A La Vida' é uma popular canção de música folclórica composta e originalmente interpretada pela cantora chilena Violeta Parra, uma das artistas que serviu de base para o movimento conhecido como nueva canción.
A canção foi gravada em 1966 em Santiago. Os filhos da cantora, Ángel e Isabel, a acompanharam no violão durante a sessão de gravação. "Gracias A La Vida" foi lançada naquele mesmo ano no álbum Las Últimas Composiciones, o último lançado por Violeta antes de cometer suicídio no ano seguinte como resultado de uma depressão desenvolvida após o término de seu relacionamento com Gilbert Favre.

Na letra da canção, a cantora basicamente agradece a tudo de bom que a vida lhe deu, principalmente o dom da música. A canção foi dedicada a Favre.

Em 1975, a cantora de MPB Elis Regina levou a canção ao público brasileiro ao incluí-la em seu show Falso Brilhante. Um ano mais tarde, o repertório do show foi gravado em estúdio. A intenção de Elis ao gravar "Gracias A La Vida" era, assim como a de Joan Baez, de denunciar a ditadura militar chilena. A interpretação de Elis, ao contrário da original, teve como característica marcante as notas altas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Bono e Edge dizem que o Brasil é praça fundamental para sucesso de mega turnês, rasgam elogios à São Paulo e declaram: os shows da 360° no país foram os melhores da tour

Em entrevista para a última edição da revista Época, Bono disse que o Brasil está no centro do mundo e é um dos destinos fundamentais para o sucesso de mega shows.
Na reportagem, a revista da Editora Globo apresentou a importância que o mercado brasileiro ganhou na rota das grandes turnês musicais, e reaparecimento de grandes festivais como Rock in Rio e SWU.
O guitarrista do U2, The Edge, também comentou da melhora na infraestrutura desde que primeiro vieram ao Brasil, há 13 anos: "tudo melhorou. Os equipamentos de som, as instalações elétricas, os espaços para apresentação e até mesmo o pessoal que nos assessora."
Segundo a revista, a indústria brasileira de entretenimento movimentará cerca de R$ 1,5 bilhão em 2011, com perspectiva de R$ 2 bilhões em 2015.
A entrevista foi concedida por Bono e Edge à Luís Antonio Giron no restaurante de um hotel de Toronto. Eles revisaram suas inovações e analisaram a evolução do público brasileiro e a situação política e econômica do país. Tudo em meio a brindes de caipirinha trocados entre eles e o repórter:

ÉPOCA - Os ingressos para os três shows em São Paulo da turnê 360º, em abril, esgotaram-se em minutos. Como vocês avaliam a recepção do público?
BONO - O público brasileiro é um dos mais entusiasmados com nosso trabalho. Os shows foram os melhores da turnê. Parecia uma festa eufórica, compacta, o Morumbi parecia uma rave gigantesca, vibrando com a gente. E lá em São Paulo a festa continuou depois do show. Vocês dão cada festa... O Brasil experimenta um momento muito diferente. Perto do que o país vivia 13 anos atrás, quando tocamos, as coisas melhoraram. Os brasileiros estão vivendo um período de euforia econômica, e isso se deve muito à política de combate à extrema miséria.

ÉPOCA - Vocês acham que o crescimento econômico do Brasil teve reflexos na qualidade da infraestrutura dos espetáculos? O que mudou desde a primeira vez que o U2 se apresentou no Brasil, em 1998?
THE EDGE - Tudo melhorou. Os equipamentos de som, as instalações técnicas, os espaços para a apresentação e até mesmo o pessoal que nos assessora por lá, como técnicos de som e pessoal de segurança. Está tudo mais organizado.
BONO - Em 1998, quando tocamos em São Paulo e no Rio de Janeiro, ainda era uma aventura levar um megashow ao Brasil. Muita gente nos aconselhou a não nos aventurarmos. Mas insistimos. O Brasil não estava no mapa das turnês internacionais. E nosso pioneirismo foi importante para abrir caminho para outros shows da mesma envergadura. Agora o Brasil está no centro do mundo. O país é uma das praças fundamentais para o sucesso de uma turnê. Nossa turnê não teria tido o mesmo impacto se tivéssemos ignorado o Brasil. Foi um de nossos melhores desempenhos em 35 anos de carreira.
THE EDGE - Festivais como o Rock in Rio colocaram o país no mapa da indústria do espetáculo. Ainda sinto uma ansiedade muito grande em relação aos shows, e daí se explica que os ingressos se esgotem tão rapidamente. É uma demanda reprimida. Mas a tendência é os espetáculos internacionais consolidarem o mercado de shows no Brasil.

ÉPOCA - O público está pedindo que vocês voltem. Vocês acham possível que isso aconteça em breve?
BONO - Queremos voltar sempre, mas agora a turnê terminou. Uma vontade minha é ficar solto, conhecer o país inteiro, sem turnês ou shows.
THE EDGE - Somente agora, depois de 13 anos, conseguimos nos situar em São Paulo. É uma cidade com uma noite incrível.

ÉPOCA - O U2 empreende uma eterna cruzada contra a estagnação musical. É hora de renovar o estilo da banda, como aconteceu no início dos anos 1990, com Achtung Baby e a turnê Zoo TV?
THE EDGE - Estamos sempre pesquisando novos sons, novas maneiras de fazer shows. Com Achtung Baby, viramos as costas para a música americana e adotamos o som industrial das bandas alemãs, como Einstürzende Neubauten, e das britâncias, como Happy Mondays e My Bloody Valentine. Era o som dançante que vinha de Manchester. Hoje, as novidades estão em músicos como Jack White, que era do White Stripes.
BONO - Sim, estamos vivendo um momento de reavaliação parecido com o que experimentamos em Berlim no fim dos anos 1980. A banda precisa repensar sua estética, sua maneira de criar música. O U2 está à beira da irrelevância há 20 anos, embora a gente faça música de boa qualidade.

ÉPOCA - Como irrelevância, se vocês representam um modelo para outros artistas e para o público?
BONO - Eu disse à beira da irrelevância. O U2 ainda é uma banda importante, a mais importante. Mas pode deixar de ser a qualquer momento. Não estamos preparados para a década de 2010, que acabou de começar. Era o que sentíamos em relação aos anos 1990. Hoje, as bandas engajadas que não existem. Temos uma responsabilidade com nossa missão de ajudar as pessoas a ser ativas na política. Mas não sei ainda o que fazer. Que tal, Edge, a gente assumir a violência do Led Zeppelin?
THE EDGE - Não concordo. O Led Zeppelin tinha um som primitivo, nós somos mais sofisticados musicalmente. Talvez não seja esse o caminho.
BONO - Falo na atitude, quem sabe se a gente subir ao palco com energia de Robert Plant e Jimmy Page e dizer ao público: "Dana-se a crítica. Este é o nosso som. Engulam a gente!". E aí, quem sabe, resgatar o ativismo no palco. Temos de pensar que a revolução hoje é espiritual. Temos de salar de coisas como o egoísmo e a ambição. Elas é que estão destruindo a Europa e os Estados Unidos. Nossa esperança é o Brasil. Que tal a gente brindar os brasileiros com uma caipirinha? Garçom!

Agradecimento: www.terra.com.br  - www.u2br.com

Blog U2 Sombras e Árvores Altas

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