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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

A apresentação de Bono em frente à um hotel na Califórnia em 1987

Em 14 de abril de 1987, um grupo de fãs se reuniram em frente ao US Grant Hotel em San Diego, California, após um show do U2; e quando a banda chegou para dar autógrafos, uma guitarra acústica foi passada para Bono e ele tocou uma versão rápida de 'Lucille'.
A banda então entrou no hotel e os fãs continuaram do lado de fora, cantando músicas do U2. Bono voltou lá para baixo para encontrá-los novamente e assim como antes, novamente um violão foi passado à ele.
Desta vez ele tocou três músicas: 'Knockin' On Heaven's Door', 'I Still Haven't Found What I'm Looking For' e 'Lucille' novamente.

The Joshua Tree 8-Track Cassette

O raro 8-Track Cassette (fita magnética de 8 faixas) de 'The Joshua Tree' do U2 foi lançado somente através da Columbia House Record Club nos EUA. A maioria dos fabricantes pararam a produção de 8 faixas, mas a Columbia ainda tinha um clube de 8-Track, e tinha um acordo com os selos diferentes para continuar a produção em pequenas quantidades.
A imagem usada na capa do 8-Track de 'The Joshua Tree' é a mesma da versão em cassete.
O curioso é que o tracklisting está em uma ordem diferente de qualquer outra versão do álbum, e a faixa "One Tree Hill" é dividida entre 2 canais de áudio.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Os integrantes do U2 falam sobre a morte de Greg Carroll

O U2 visitou pela primeira vez a Austrália e a Nova Zelândia em 1984, para abrir a turnê Unforgettable Fire. Depois de um vôo de 24 horas em Auckland, o vocalista Bono foi incapaz de ajustar-se à diferença de tempo entre Nova Zelândia e Europa. Durante a noite, ele deixou o seu quarto de hotel e conheceu algumas pessoas em um bar, que lhe mostraram toda a cidade. Um dos locais que Bono visitou foi One Tree Hill, um dos maiores vulcões de Auckland.
No dia seguinte, o U2 estava se preparando para o show quando Bono notou um gerente de palco local, um Maori chamado Greg Carroll, que ele descreveu como "este cara muito útil correndo ao redor do lugar".
O empresário do U2, Paul McGuinness, disse que Carroll era tão útil, que achou que ele deveria acompanhar a banda pelo restante da turnê.
O grupo o ajudou à obter um passaporte, e ele posteriormente se juntou a eles na estrada na Austrália e nos Estados Unidos como assistente de palco.
Ele tornou-se amigo muito próximo de Bono e sua esposa Ali Hewson, e após a conclusão da turnê, ele trabalhou para o U2 em Dublin.
Em 3 de Julho de 1986, pouco antes do início das sessões de gravação de 'The Joshua Tree', Carroll foi morto em um acidente de moto, enquanto enquanto fazia um favor para Bono. Um carro atravessou na sua frente dele, e incapaz de parar na chuva, Carroll bateu na lateral do carro e morreu instantaneamente. O evento chocou toda a banda.
Larry Mullen Jr. disse: "sua morte realmente nos abalou. Foi a primeira vez que alguém em nosso círculo de trabalho tinham sido morto".
O guitarrista The Edge disse:" Greg era como um membro da família, mas o fato de que ele estava sob a nossa asa e tinha viajado tão longe de casa para a Dublin para trabalhar conosco, tornou tudo mais difícil de lidar."
Adam Clayton descreveu como "um momento muito preocupante", dizendo: "ele inspirou a consciência de que existem mais coisas importantes do que rock 'n' roll. Com a sua família, seus amigos e, na verdade, com os outros membros da banda, você não sabe quanto tempo resta com eles".
Bono disse: "foi um golpe devastador. Ele estava me fazendo um favor. Ele estava levando a minha moto para casa."
Mais tarde, ele comentou: "ele modificou a gravação de 'The Joshua Tree'. Tivemos que preencher o buraco em nosso coração com algo muito, muito grande na verdade. Nós o amávamos demais".
Acompanhado por Bono, Ali, Mullen, e outros membros da organização U2, o corpo de Carroll foi levado de volta para a Nova Zelândia e enterrado na tradição Maori no Kai-iwi Marae. Bono cantou "Let It Be" e "Knockin' on Heaven's Door" para ele no funeral.

Bono visita a Amazônia Peruana nesta terça-feira

O líder do U2, Bono, está nesta terça-feira na Amazônia peruana em uma visita turística que já passou por Machu Picchu.
Bono chegou ao aeroporto da cidade de Puerto Maldonado procedente de Cuzco e se transferiu para um luxuoso hotel na reserva nacional de Tambopata, segundo informou à agência "Andina" o diretor de Comércio Exterior e Turismo da cidade, Juan Arzola.

Em outubro do ano passado, o líder dos Rolling Stones, Mick Jagger, fez um percurso similar pelo Peru junto com sua família.
"Quando esteve aqui Mick Jagger disse que trabalharia em uma cruzada ambiental pela Amazônia, por isso Bono teria vindo e por isso esperamos também outros cantores internacionais", comentou Arzola.

Tambopata, localizada no sudeste do Peru, tem uma extensão de 274.690 hectares e é considerada um dos lugares com maior biodiversidade do planeta.

O músico chegou na sexta-feira à cidade de Cuzco com sua família e visitou as principais atrações turísticas como a cidadela inca de Machu Picchu e o Vale Sagrado.
Do site: www.d24am.com

Os segredos da gravação da canção 'One Tree Hill'

Pouco depois de regressar à Dublin, após o funeral do assistente de palco Greg Carroll, Bono escreveu a letra para uma canção sobre o funeral que ele intitulou "One Tree Hill", após a colina o fazer relembrar de sua visita à Auckland em 1984.
A música foi desenvolvida no início das sessões de gravação para 'The Joshua Tree'. The Edge disse: "Nós estávamos tocando com Brian Eno. Ele estava tocando teclados ... nós só tinhamos este ritmo, e esta parte começou a passar. É quase highlife, embora não seja um ritmo todo no estilo africano ... o som era para mim naquele momento um som muito elaborado. Eu nunca teria sonhado eum usar um som como este antes disso, mas me senti bem, e eu fui com ele ".
Bono gravou os vocais em um único take, pois ele sentiu que não conseguiria cantar as letras uma segunda vez. Três músicos de Toronto, Dick, Paul e Adele Armin, gravaram os trechos de cordas para a música no Grant Avenue Studio, em Hamilton, Ontário. Em um telefonema de seis horas com The Edge, e sob a supervisão do produtor Daniel Lanois, os Armins utilizaram um "sofisticado instrumento de cordas 'eletro-acústico" que desenvolveram chamado Raads, para gravar uma peça criada para a música. Dick Armin disse: "O U2 estava interessado ​​em utilizar cordas, mas não no estilo convencional de doçura. Eles não queriam um grupo do século 19, tocando por trás deles."
Bono achou a música tão emocional, que ele era incapaz de ouvi-la depois de ter sido gravada.
A faixa foi gravada por Flood e Pat McCarthy, mixada por Dave Meegan, e produzida por Eno e Lanois.
"One Tree Hill" foi lançada como single na Nova Zelândia e Austrália, em março de 1988. A fotografia da capa foi tirada por Anton Corbijn, e a arte feita por Steve Averill.
"One Tree Hill" fez sua estréia ao vivo em 10 de Setembro de 1987 em Uniondale, Nova York, na noite de abertura da terceira etapa da turnê 'The Joshua Tree', onde abriu o encore. A canção tinha sido deixada de fora dos sets até este ponto porque Bono temia que ele seria incapaz de superar suas emoções no ambiente ao vivo.
Apesar dos temores, a canção recebeu uma reação entusiasmada do público. Foi tocada mais seis vezes e depois saiu dos sets por um período de dois meses.
Em 24 de Novembro de 2006 em Auckland, Nova Zelândia, na perna final da Vertigo Tour, ela foi considerada para fechar o show, mas Willie Williams expressou preocupação com isso, pelo fato dela não ter sido tocada completa pelo U2 desde 1990. Então a banda optou por tocá-la antes de "Sometimes You Can't Make It on Your Own".

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Toda a ternura de uma canção de amor.................

Durante a ZooTV, o U2 tinha entrado em outro tipo de zona de celebridade. 'Achtung Baby' tinha sido o álbum mais dançante até a data, requerendo para eles um lugar no (que era percebido como sendo) o contemporâneo cortando o limite do rock.
O sucesso dos remixes de Paul Oakenfold para ‘Even Better Than The Real Thing’ e ‘Mysterious Ways’ tinha dado ao U2 um novo culto de respeitabilidade nos clubes. Eles tinham se afastado de algum jeito do ‘hombre do sombrero’ do 'The Joshua Tree'. Com a abertura da boate “The Kitchen” no menu, eles tinham partido na procura dos melhores clubes do mundo para inspiração. Eles tinham começado a entender o apelo do glamour, da fantasia. O glamour tinha começado a entender o apelo do U2 também. Adam tinha se ligado à Naomi Campbell, o que foi, por um tempo, um dos mais famosos e ilustres relacionamentos do rock and roll.
Kate Moss e Christy Turlington tinham se tornado amigas da banda, visitando Dublin freqüentemente. E quando Bono estava vendo o sumário das revistas de Steve Turner, lá estava ele, em fotos suas em pleno Fly PVC rock star chic, na capa da Vogue na companhia de Christy Turlington como ela mesma?
“Magazine girls, my head’s in a whirl / To be a superman”, Bono invocou em ‘Alone In The Night’, uma música escrita em 1977 mas jamais gravada,  que previu pelo menos dois dos temas de Zooropa. De certa forma foi uma derivação natural. Quando você está operando em alta altitude, você tende a fazer amigos com pessoas que estão operando na mesma esfera rarefeita. Mas – da parte de Bono, pelo menos - também foi uma decisão consciente.
Você pode abraçar essa coisas ou ter vergonha delas. O que havia pra se envergonhar?
Muito melhor viver a contradição e se reportar sobre ela.
‘Babyface’ – “garota da capa com graça natural” - poderia ter sido escrita com qualquer uma das novas amigas da banda em mente, The Edge explica. Mas foi feita com um giro. Bono sempre tinha ficado intrigado com a maneira pela qual os meios de comunicação transformam os consumidores em voyeurs. Teve destaque a cobertura pela CNN da Guerra do Golfo, que tinha reduzido uma terrível catástrofe humana ao nível de um pegar ou largar do jogo de vídeo game. O que tem na televisão esta noite? Merda, eles estão mostrando mais bombas em Bagdá. Desliga. Chato. Primeiro te faz cúmplice, sentado em sua sala assistindo ao abate. Então te deixam insensível. Você foi para a cama com uma sensação incômoda de que você estava desligando-a, não porque o que estava acontecendo era ultrajante, mas porque havia muita ação.
Por comparação, pornografia – transmitida para dentro da sua casa pelo satélite de televisão – poderia parecer uma chamada benigna. Na narrativa de Zooropa, a câmera move-se longe do par na música de abertura e vai através de uma janela em um dos prédios altos na cidade imaginária do futuro. Há um cara lá dentro, assistindo uma televisão. Ele tem um controle remoto e vai abrandando as imagens. Ele aumenta o contraste e brinca com ele. “É uma música sobre observação e não sair na foto”, Bono diz. “Sobre como as pessoas jogam com imagens, acreditando que você conhece alguém através de uma imagem – e achando que por manipular uma máquina, que na verdade controla você, você pode ter algum tipo de poder. É sobre a ilusão de estar no controle”.
A ironia é que ‘Babyface’ é entregue com toda a ternura de uma canção de amor. E, do seu próprio jeito, talvez seja o que ela é.

Agradecimento: Rosa - Achtung Zoo

Mica Paris e sua versão para "One", do U2

Mica Paris, nome artístico de Michelle Wallen, é uma cantora, apresentadora de rádio/televisão e atriz inglesa.
As raízes de Mica Paris estão na música gospel, pois cresceu fazendo atuações regulares com o 'The Spirit of Watts', coro de igreja que frequentava com o avós.
Em 1995, Mica Paris lançou um single pela gravadora Cooltempo. Este single traz 5 versões da canção "One" do U2, por Mica.



O VIDEOCLIPE:


Em 1998 lançou o álbum "Black Angel" pela Chrysalis. Este trabalho traz uma versão de "One" do U2, em um dueto com James Ingram.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Quando o U2 arrecadou só 2.500 dólares em um show

A imagem acima mostra o balanço de quando o U2 tocou no Bogart em Cincinnati, em abril de 1981.
O U2 tocou para 420 pessoas naquela noite e o show arrecadou 2.520 dólares. Os bilhetes custaram apenas US$ 6 cada.
Incrível pensar que apenas 10 lugares (em alguns locais dos estádios) na turnê 360º, arrecadou quase o mesmo valor que o total deste show da banda em 81!

Em visita à Machu Picchu, Bono tenta escapar de assédio

Bono, o líder do U2, conseguiu visitar neste sábado (25) a cidade inca de Machu Picchu, que considerou "impressionante", após escapar do assédio da imprensa que, a princípio, quase o impediu de percorrer as famosas ruínas.
Aparentemente, o famoso cantor conseguiu se camuflar entre um grupo de visitantes, para entrar sozinho nas ruínas, enquanto sua família o seguiu logo depois acompanhada de outros turistas.
Quando já estava quase na metade do percurso, os repórteres e fotógrafos o descobriram e foram a seu encontro, segundo constatou a Agência no lugar. O líder do U2 mostrou-se muito atento com os jornalistas e turistas que se aproximaram para cumprimentá-lo e tirar fotos com ele, e chegou a assegurar que Machu Picchu "é um lugar impressionante".
Bono chegou na manhã deste sábado junto com sua família a Machu Picchu, mas não chegou a percorrer as ruínas, aparentemente chateado com o assédio da imprensa e dos turistas. Os membros de sua segurança assinalaram que se tratava de "uma visita particular".
O líder do U2 retornou então ao povoado de Aguas Calientes, na zona baixa da montanha na qual ficam as ruínas, onde permaneceu até que, em um momento não determinado, voltou a subir e conseguiu escapar da imprensa.
O músico chegou na sexta-feira (24) à cidade do Cuzco, no sul do Peru, e à tarde percorreu a região do Vale Sagrado dos Incas.
"Muito obrigado amigos. Vim com minha família e estamos descobrindo um país maravilhoso. Estou com minha família, espero que entendam", assinalou Bono aos jornalistas quando chegou a Cuzco.

Do site: Terra

A canção 'Desert Of Our Love'

"'Desert Of Our Love', também batizada no início de "Weather Girls", que acabou se tornando 'I Still Haven't Found What I'm Looking For'; foi o primeiro avanço da gravação. Uma mistura de reggae e ritmo gospel, nunca viria à ser uma música comum.
A versão disponibilizada na edição de 20 anos de 'The Joshua Tree', é sua primeira encarnação, ainda mostrando suas raízes tradicionais. Eu toquei piano no backing track (faixa de apoio). Deixamos a bateria, e talvez o baixo, mas todo resto foi substituído. " - The Edge, The Joshua Tree 2007


Quando o U2 estava tentando escrever novas músicas em 1986, Bono, por vezes, cantava em um idioma absurdo conhecido como Bongolese. Às vezes eram palavras reais, às vezes eram apenas ruídos e sons, mas quase nunca fazia muito sentido. Ele fazia isso para tentar ter uma idéia verbal para a música antes de escrever as letras reais. Esta canção, que eventualmente se tornou "Under The Weather Girls", que eventualmente se tornou "I Still Haven't Found What I'm Looking For", é inteiramente Bongolese.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Canção do U2 mencionada no romance 'As Vantagens De Ser Invisível'

No romance 'As Vantagens De Ser Invisível (The Perks Of Being A Wallflower), "MLK" do U2 é mencionada como uma das canções favoritas do personagem, juntamente com "Blackbird" dos Beatles.
Com um texto divertido e ao mesmo tempo atordoante, o roteirista Stephen Chbosky fala em 'As Vantagens De Ser Invisível' dos conflitos e dramas em meio ao ambiente escolar que marcam o fim da adolescência de Charlie, cujo mundo só é revelado através de suas cartas - íntimas, hilárias e devastadoras.

Joe O'Herlihy: a difícil decisão entre acompanhar o parto de sua filha e mixar o áudio de um show do U2

De 'U2 At The End Of The World' - Bill Flanagan

Joe O'Herlihy, técnico de som, está com o U2 desde 1979, antes de eles terem um contrato com uma gravadora. Despreocupado, amável e dono de suiças que fazem as barbas do ZZ Top parecem babadores de bebês, Joe, em um quarto de hotel depois de um show pela turnê Zoo-TV, começa a contar a história de como ele fez para chegar até Dublin para o nascimento do seu quarto filho. Joe perdeu a chegada dos seus três primeiros filhos anos antes porque ele sempre estava na estrada com bandas de rock. Ele prometeu a esposa que estaria ao lado dela quando este bebê que chegou mais tarde nascesse. O U2 estava filmando um show em Virgínia para o filme 'Rattle And Hum' quando avisaram que a mulher dela na Irlanda havia entrado em trabalho de parto. Joe ficou doido, mas o U2 estava preparado para uma evacuação repentina. Joe foi correndo para o aeroporto e voou para Nova Iorque. Ele ligou do JFK e ouviu, "Está nascendo!" pelo telefone. Ele correu para o Concorde e passou as quatro horas do vôo supersônico caminhando pelos corredores, olhando o indicador de velocidade e rezando "Mais rápido, mais rápido, mais rápido!" Chegando em Londres, ele correu para outro telefone. "Ela está no hospital! Corre, Joe!" Ele correu para o portão de embarque para a Irlanda e embarcou no avíão seguinte para Dublin, correu para o hospital, pegou uma bata para colocar por cima das suas roupas sujas e invadiu a sala de parto, empurrou a atendente para um lado e disse para a esposa que estava lá. Dez minutos mais tarde, ele estava segurando a sua filha no colo, chorando e chorando.
Dois dias depois disto ele estava atrás da sua mesa de som em Tempe, Arizona, mixando o U2!

Agradecimento: Forum UV Brasil

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

U2 no álbum '20 Years of Resistance to Genocide in East Timor'

Foi lançado em 1996, o álbum '20 Years of Resistance to Genocide in East Timor' no qual participaram vários artistas, entre os quais: U2, Peter Gabriel, Buffy Sainte-Marie, Agio Pereira, Paul Morin, Abé ho Aloz, Midnight Oil, Bonga, Xutos e Pontapés, Yothu Yindi, além de outros da comunidade lusófona.
O contrato de venda deste CD, cujos fundos foram revertidos à favor da East Timor Hope Foundation, estipulou que os discos e cassettes que não fossem vendidos até meados de Junho 2000, deveriam ser destruídos.
No álbum, o U2 contribuiu com a canção "Mothers Of The Disappeared".

Para entender o nome do álbum: Os indonésios à partir de 15 de Julho de 1976, transformaram o território anexado em 1975 na sua 27.ª província e até o entregarem à administração das Nações Unidas em 1999 para a organização do referendo que acabou por decidir a sua independência.
Com excepção da Austrália, nenhum outro país reconheceu a anexação de Timor-Leste pela Indonésia. Idêntica postura foi adoptada pelas Nações Unidas que, até à independência em 20 de Maio de 2002, continuaram a considerar Portugal como a potência administrante do território.
Os 24 anos de ocupação indonésia de Timor-Leste saldaram-se no genocídio de parte significativa da sua população e, particularmente em 1999, na destruição sistemática de todas as infra-estruturas, deixando o país na penúria total.

The Edge fala sobre a canção "Drunk Chicken/America"

"A pista utilizada para o poema 'America' de Allen Ginsberg, foi uma das primeiras gravações que fizemos em Danesmoate em 1986, para o álbum 'The Joshua Tree'. Foi dado o título de trabalho 'Drunk Chicken (Frango Bêbado)'. É tudo Brian Eno na verdade. Brian começou a improvisação e, embora todos nós estivéssemos dispostos, nunca teriamos passado por suas origens Enoesque. É evidente à partir desta faixa, que naquele momento ainda estávamos em busca de pistas, procurando o fim da discussão." - The Edge, The Joshua Tree 2007

Com a intenção de lançar um álbum no final de 1986, o U2 criou um estúdio em janeiro daquele ano em Danesmoate House, uma arquitetura georgiana em Rathfarnham, no sopé das Montanhas Wicklow. O plano era criar a atmosfera e a inspiração lá, bem como o uso do Slane Castle para as sessões de 'The Unforgettable Fire' em 1984.
"Drunk Chicken/America" surgiu nestas sessões de Danesmoate. Ela traz um sample do poeta beatnik Allen Ginsberg declamando 'America'.
'América' é um dos mais representativos trabalhos daquele que foi um dos mais importantes escritores dos Estados Unidos da segunda metade deste século. Em cada verso, o registro claro da relação amor/ódio com a sua terra natal, que foi o traço marcante de tudo o que ele escreveu.
A versão integral do poema está presente no livro Uivo.
Uivo foi lançado originalmente em 1956 e foi apreendido pela polícia de São Francisco, sob a acusação de obscenidade, mas acabou sendo liberado pela Suprema Corte Americana. Desde então, ele se tornou, junto com On The Road, de Jack Kerouac, o marco do movimento beat.
Subitamente transformado numa celebridade na América, Ginsberg prosseguiu produzindo num mesmo ritmo frenético até sua morte, em 1997.

America
America, I've given you all and now I'm nothing
America, two dollars and twenty-seven cents January 17, 1956
I can't stand my own mind
America, when will we end the human war
Go fuck yourself with your atom bomb
I don't feel good, don't bother me
I won't write my poem till I'm in my right mind
America, when will you be angelic
When will you take off your clothes
When will you look at yourself through the grave
When will you be worthy of your million Trotskyites
America, why are your libraries full of tears
America, when will you send your eggs to India
I'm sick of your insane demands
When can I go into the supermarket and buy what I need with my good looks
America, after all, it is you and I who are perfect, not the next world
Your machinery is too much for me
You made me want to be a saint
There must be some other way to settle this argument
Burroughs is in Tangiers
I don't think he'll come back, it's sinister
Are you being sinister or is this some form of practical joke
I'm trying to come to the point
I refuse to give up my obsession
America, stop pushing, I know what I'm doing
America, the plum blossoms are falling
I haven't read the newspapers for months
Everyday somebody goes on trial for murder

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Audio de 'One Tree Hill' que estará presente em "U22", é disponibilizado aos assinantes do U2.COM

A versão final já masterizada de 'One Tree Hill', do show de Auckland pela turnê 360°, que estará presente no álbum "U22", exclusivo para os assinantes do site U2.COM:

Do outtake "White City' à inédita "Disappearing Act"

"'Disappearing Act', anteriormente uma canção outtake conhecida como "White City", foi gravada no início das sessões no Slane para 'The Unforgettable Fire', antes de termos montado o nosso equipamento de gravação multi-track, e portanto, só existia como uma gravação estéreo instrumental dela. ´
Fizemos gravações multi-track em fitas mais tarde, de uma versão simplificada, mas por alguma razão, nunca inspirou uma idéia convincente para uma melodia vocal, talvez porque quando voltamos para reeditar e cortar a faixa, nós omitimos a seção antes do refrão, que em 'Disappearing Act' se tornou uma seção crucial. Então, depois de 25 anos e algumas semanas, enquanto estávamos na França em um intervalo entre os shows da turnê 360°, 'White City' foi concluída e se tornou a nova faixa "Disappearing Act"". The Edge - 2009
"White City" teve início em 1983 com os produtores Brian Eno e Daniel Lanois. "Nós a descobrimos seis meses atrás, a desenterramos, fizemos uns ajustes nela na França há algumas semanas e agora terminamos.", explicou Bono em 2009, que foi o único que ainda teve de trabalhar na canção, já que os vocais não tinham sido gravados: "a bateria, a guitarra e o baixo são de 25 anos atrás".

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Combate Rock: I Will Follow

"A banda foi formada de bobeira, para tocar no encerramento de um festival anos atrás", diz o ex-guitarrista Dado Villa Lobos, do Legião Urbana. Mais precisamente, tratava-se de uma edição do Skol Rock, evento para revelar bandas iniciantes, em novembro de 1998. Para a final do concurso, reabriu-se a boate Noites Cariocas, no Morro da Urca (RJ) - um dos palcos cruciais para o nascimento da safra 80's do rock nacional, que viu shows da Blitz, Kid Abelha e Gang 90 ainda engatinhando. "Foi uma noite para não se esquecer. Foi realmente incrível ver aquela galera toda, tocando com a maior empolgação. Eu me senti como se estivesse estreando de novo, cheio de entusiasmo", diz Dado.
Reúniram-se de uma só tacada Philippe Seabra e Jander Bilaphra (Plebe Rude), Roger Moreira e Mingau (Ultraje a Rigor), Dinho Ouro Preto (Capital Inicial), Toni Platão, Fausto Fawcett & Carlos Laufer, Nasi (Ira!), Evandro Mesquita (Blitz), Redson (Cólera), os três Paralamas do Sucesso e os remanescentes da Legião Urbana Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá.
Alguns dias após o histórico show, Dado propôs à galera que participou, um registro em estúdio da jam-session. "Era bom demais para que não ficasse nada gravado. É claro que foi em clima de recordar é viver, mas acabou superando as expectativas", fala Dado. Sob sua produção (junto a Tom Capone), a rapaziada do show no Morro da Urca se trancou no estúdio AR por três dias em dezembro de 1998. Na lista de canções, todos os clássicos revisitados no primeiro espetáculo, mais algumas canções de grupos gringos.
E uma terceira edição deste CD, lançada em 2005 pela EMI, a canção que tinha ficado de fora das duas edições anteriores do CD, finalmente estava presente como bônus track: uma versão fiel de I Will Follow, clássico do U2.

"Saturday Night", a primeira versão da canção "Fire"

"'Saturday Night' era uma nova canção que ainda estávamos trabalhando no álbum "Boy". Mais tarde, foi retrabalhada, reescrita e se tornou a canção 'Fire'. Ouvindo agora eu não posso deixar de sentir que perdemos um pouco do poder e direção da original. Foi uma estranha mixagem do solo de guitarra de três partes de 'Saturday Night' que usamos como um teaser nas versões em vinil e cassete no final do álbum 'Boy' (aquele trecho instrumental de 30 segundos após "Shadows And Tall Trees"), trecho estranhamente muito calmo em uma áspera e antiga mixagem "- The Edge, 2008
Nas versões em CD do álbum 'Boy', este trecho de 30 segundos desapareceu, mas em 2008 no relançamento de Boy, o trecho foi incluido pela primeira vez nas edições em CD.

"Saturday Night" não foi lançada até o ano de 2008, quando apareceu no CD bônus da edição deluxe de Boy.
Os fãs finalmente tiveram acesso à esta canção inédita, que traz o mesmo riff de guitarra de "Fire" e praticamente a mesma pista instrumental, mas com letras diferentes.

Jornal Hoje: U2 se apresenta pela primeira vez em Sarajevo - 1997

Reportagem exibida em 1997 no Jornal Hoje da Rede Globo, sobre a primeiro concerto de rock após anos de guerra civil, em Sarajevo:

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Em booklet do álbum 'The Joshua Tree', Adam Clayton cita a canção outtake “Underneath The Weather Girl”

ADAM CLAYTON (Do booklet 'The Joshua Tree' Deluxe)

NÓS SOMOS PESSOAS MUITO INQUIETAS NESSA BANDA E A IDÉIA DE NOS REPETIRMOS OU NÃO TERMOS UM NOVO DESAFIO EM ESTÚDIO, NÃO É UMA COISA QUE QUEREMOS PRA NÓS.

A METADE DOS ANOS OITENTA FOI UM DESSES MOMENTOS QUANDO NÓS ESTÁVAMOS EM UM PROCESSO DE REINVENÇÃO DO U2, um período que tinha começado com o ‘The Unforgettable Fire’ e que não teria sido possível sem o Brian e o Danny.

FOI POR ISSO QUE NÓS OS CONVIDAMOS, para bagunçar com o que estávamos fazendo, para mudar o nosso curso.
Nesse período nós começamos a tentar escrever coisas que nós conscientemente achávamos que não tinha nenhuma relação com o U2. Por exemplo, nós escrevemos “Trip Through Your Wires”, uma música chamada “Womanfish” e nós estávamos mexendo com algumas outras peças extremamente corretas. Nós tínhamos versões anteriores de “Bullet” e “Red Hill Minning Town”, e alguma coisa que mais tardiamente se tornaria “Still Haven´t Found...” um trecho ritmico com um final robusto que nós chamávamos de “Underneath The Weather Girl”!
Nós interrompemos as gravações para a ‘Conspiracy of Hope Tour’ com o The Police, The Neville Brothers, Lou Reed e outros. Isso pode ter nos deixado perdidos por um momento, mas depois acabou sendo um catalizador para a composição das músicas. Isso foi um tipo de extensão do Live Aid, uma caravana de músicos objetivando conquistar a consciência dos americanos sobre a Anistia Internacional e os prisioneiros da consciência, e isso nos mostrou que de fato estávamos perseguindo músicas que descrevessem o vazio e a ambição dos americanos sob o governo de Ronald Reagan.
Após o Live Aid, eu sentia que os estádios de rock tinham desenvolvido essa consciência, que o protesto em massa contra a injustiça era aceitável no rock. E o álbum conduziu-se para ter esse tema praticamente clássico vendo a América de duas formas diferentes, quase contraditórias – uma grande e cuidadosa sociedade onde qualquer um pode alcançar seus sonhos ao lado desse estado autocrático que apoia guerras em outros países ou tenta libertá-los dos seus governos eleitos.
Nós estávamos olhando para essa América através de lentes européias, num momento em que a Grã-Bretanha estava sob o comando de Margareth Thatcher que estava destruindo os mineiradores. Então nós estávamos cantando o mesmo hino do The Clash, mas com a nossa luz focada na injustiça dentro e fora da América. “Mothers of the Disappeared” não era só uma reflexão sobre o que tinha acontecido sob o governo militar no Chile, mas também nos Estados Unidos que tinha dado apoio à esse governo. “Bullet The Blue Sky” e “One Tree Hill” fizeram parte de uma trilogia de músicas que tocaram esse sinal, enquanto “Exit” veio do outro lado da América onde “as mãos que constrõem também podem destruir”.
Mas haviam algumas conexões com a América: o espírito dos mineiros sendo quebrados em “Red Hill Minning Town” conecta com o espírito destruido dos viciados em heroína em “Running To Stand Still”, um cenário de Dublin. Talvez por isso ter se tornado tão grande, algumas pessoas mal interpretaram isso como sendo apenas uma gravação em um estádio de rock, mas eles se esqueceram do qual frágil isso era, o quão profundo isso era também.
Olhando para trás, era como se o U2 tivesse começado a partir do ‘The Unforgettable Fire’. Talvez ‘Boy’, ‘October’ e ‘War’ eram mais como uma convulsão na adolescência, mas à partir do ‘The Unforgettable Fire’ nós começamos a entender quem nós éramos e foi com o ‘The Joshua Tree’ que nós colocamos isso em foco. Eu vejo os nossos álbuns em ciclos e quando eu penso no ‘The Unforgettable Fire’, no ‘The Joshua Tree’ e no ‘Achtung Baby’, eu vejo uma das nossas principais corridas como uma banda, uma série de álbuns que representa os ‘valores centrais’ do U2.
É um sinal de significância do álbum que as cinco faixas de abertura continuam no nosso setlist. Nós algumas vezes tentamos e colocamos “Still Haven´t Found” pra dormir ou tiramos “With or Without You”, mas elas sempre encontram o caminho de volta. As músicas conquistam vida própria depois que são lançadas. Se você pensa em “Streets” como essa grande antena de estádio, é incrível escutá-la novamente no álbum original: como nós conseguimos estragá-la assim em um estúdio? Ela soa tão magra, como se alguém estivesse tocando baixo com luvas de boxe!
Mas se eu escutar fraqueza quando a escuto hoje, eu também fico bem impressionado que esses caras tenham conseguido fazer esse álbum na época em que fizeram. Era um álbum bem ambicioso!

Agradecimento: Forum UV Brasil

Um certo dia chegará, e alguém já não precisará mais de você.........

A idéia para a canção Kite do U2, veio de pipas no céu de Killiney Hill, com vista para a Baía de Dublin, em um passeio que Bono fez com suas filhas Eve e Jordan. O passeio começou à dar errado quando a pipa caiu e Eve pediu para ir para casa e brincar com um joguinho virtual.
Assim, a canção foi a primeira escrita por Bono com suas filhas em mente, ou, no geral, sobre uma pipa como uma metáfora para algo ou alguém realmente fugindo do controle. A música é, mais ou menos, sobre a realização de Bono, de que um certo dia chegará, e suas filhas "já não precisarão mais dele".
The Edge assistiu Bono escrever as letras, e achava que elas eram realmente sobre Bono emocionalmente reservado, para seu pai Bob Hewson, que estava morrendo de câncer no momento: " Bono não podia ver isto, mas eu podia".
Bono lembrou de um fato semelhante envolvendo pipas em sua infância, com seu pai nas cidades costeiras de Skerries ou Rush, em Dublin. Durante as primeiras aparições da canção, Bono destacou que a canção poderia ser sobre deixar ir em qualquer tipo de relacionamento.
Durante a turnê Elevation, "Kite" foi tocada em um set de imagens projetadas que rodavam, em um telão acima do palco, promovendo o tema central da canção.
"Kite" assumiu um significado adicional mais tarde em 2001 na turnê, quando o pai de Bono, Bob Hewson, morreu após uma longa luta contra o câncer.
Bono iria alterar a linha "A última das estrelas do rock" para "a última das estrelas da ópera", uma referência ao passado de Bob como um cantor de ópera amador. Bono homenageou-o com uma versão chorosa desta canção que aparece em 'U2 Go Home: Live from Slane Castle', que retrata o desempenho memorável da banda no Slane Castle, um dia depois do funeral de Bob Hewson.
Antes da canção, Bono recorda com carinho de seu pai e o pai de The Edge, Garvin Evans, andando na Madison Avenue tarde da noite em Nova York juntos, bêbados e cantando "o dueto de O Peixe Prateado".

Spider-Man: Turn Off The Dark - 2° Ato

De acordo com o New York Post, Bono começou a compor 'Spider-Man' após Andrew Lloyd Webber brincar: "Eu gostaria de agradecer aos músicos de rock por me deixarem sozinho por 25 anos - eu tive o teatro só para mim". Foi então que Bono e Taymor "decidiram dar um pouco de competição à Andrew".
Em agosto de 2002, a Marvel anunciou que Tony Adams iria produzir um musical de palco com base nos quadrinhos do Homem-Aranha. Adams aproximou Bono e The Edge, para estarem envolvidos com o projeto. Eles, por sua vez, pediram para Taymor ser a diretora. No entanto, em outubro de 2005, Adams sofreu um derrame enquanto a equipe de criação foi reunida para assinarem os contratos, e morreu dois dias depois. Patrick Healy no The New York Times, descreveu a situação:
"Outros poderiam ter abandonado o projeto, mas a equipe de Homem-Aranha decidiu seguir adiante, com o sócio do Sr. Adams, David Garfinkle, como produtor. Um advogado de entretenimento capaz, Sr. Garfinkle tinha pouca experiência de produção, e ele cedeu decisões artísticas para a Sra. Taymor, uma perfeccionista cuja estética inclui nunca se repetir. Sr. Garfinkle não tomou o rumo que a Disney teve ao trabalhar com a Sra. Taymor em seu musical de sucesso, "O Rei Leão": seu gênio floresce melhor sob a supervisão."
A história original trata as origens do Homem Aranha de forma semelhante à história do filme de 2002, mas teceu em uma história sobre um envolvimento baseado na mitologia de Aracne. Um "coro geek" de quatro adolescentes narrados na história. Na versão reescrita, a trama corta mais perto da história em quadrinhos e do cinema e guarnições e transforma o papel de Aracne em uma "alma gêmea nos sonhos do Homem-Aranha".
Bono observou que, mesmo usando "rock" para descrever a música, é muito estreita uma descrição, porque "mudamos para fora do idioma do rock and roll, para lugares em algum território muito novo para nós, incluindo grandes músicas e canções dançantes".

2°ATO:

O Duende Verde surge com um plano para alterar geneticamente os outros seres humanos como ele fez a si mesmo ("A Freak Like Me Needs Company").
Através de suas experiências sobre seus ex-funcionários, ele consegue criar seis vilões: Carnificina, Electro, Kraven, o Caçador, Lagarto, Enxame e Swiss Miss (criada especialmente para o musical).
Mary Jane diz a Peter que seu amor por ele cresceu e ele admite que o sentimento é mútuo ("If the World Should End").
O Duende e sua nova aliança de criminosos - que se autodenominam de "Os Seis Sinistros" - vão enfurecidos por Nova York ("Sinistereo").

Homem-Aranha rapidamente derrota os Seis Sinistros, e os cidadãos de Nova York torcem por ele ("Spider-Man!"), sem saber que o Duende conseguiu escapar. O Duende chega ao Clarim Diário e diz à Jameson para imprimir seus planos de dominar o mundo através de mutação genética. O Duende também diz à Jameson, que deu vida ao Homem-Aranha, fazendo Jameson acreditar que o Homem-Aranha está em aliança com o Duende e, portanto, dando ao Homem-Aranha uma imagem ainda pior no Clarim.
Mais tarde naquela noite, Arachne vem até Peter em uma visão e explica que ela é o seu guardião, juntamente com a lembrança de que ser um herói é o seu destino e ele não pode escapar dele ("Turn Off the Dark").
Denegrido pela mídia e sofrendo problemas financeiros, Peter quer passar mais tempo com Mary Jane depois de perder a noite de abertura do seu jogo e começa a considerar tirar uma folga no combate à criminalidade.
Chateado com desculpas constantes de Peter e não querendo perder o melhor amigo que ela já teve, Mary Jane sugere uma ruptura no relacionamento ("I Just Can't Walk Away (Say It Now)").

Magoado, Peter decide não retomar seus atos heróicos como o Homem-Aranha e dá o seu traje para J. Jonah Jameson , dizendo-lhe que o Homem-Aranha foi exterminado.
Mais tarde, ele leva Mary Jane para um clube noturno e impulsivamente se declara à ela. Enquanto estava lá, o Duende Verde intercepta o sinal de TV do clube e envia uma mensagem para o Homem-Aranha ameaçando seus entes queridos. Peter leva Mary Jane para o apartamento dele e termina o relacionamento para o bem dela, de modo que seus inimigos não terão ela como alvo. Depois de contar à Mary Jane que ele sempre vai amá-la, Peter sai caminhando e percebe que ele precisa ser um herói não só para Mary Jane, mas para o mundo ("The Boy Falls From the Sky"). Homem-Aranha, em seguida, recupera seu traje no Clarim e vai atrás do Duende Verde.
O Duende senta em um piano no topo do Edifício Chrysler e apresenta com humor para o público, o seu plano de destruir Nova York ("I'll Take Manhattan").

Homem-Aranha chega pronto para lutar, mas é logo desmascarado quando o Duende revela que ele sabe a verdadeira identidade do Homem-Aranha. Peter tenta reviver o Norman bem-humorado dentro do Duende, mas sem sucesso. Peter envolve o Duende em um combate, mas antes que possa acabar com ele o Duende revela que ele tem Mary Jane, que agora balança no alto do Edifício Chrysler.
Uma batalha com vôos sobre o público tem lugar, e quando parece que toda esperança está perdida, o Homem-Aranha prende com teias o Duende em seu piano. O Duende, não percebendo isto, empurra o piano para o lado do Edifício Chrysler, levando-o até sua morte. Depois que Homem-Aranha salva Mary Jane, ela diz para ele não ir embora e revela que ela adivinhou quem ele é. Peter tira a máscara e eles se abraçam. Os dois contemplam a sua nova vida juntos antes de as sirenes começarem à soar e o Homem-Aranha partir para longe dali ("Finale - A New Dawn").

ULTRA violet (light my WAY) - Tradução

Do álbum 'Achtung Baby', 1991

ULTRA violet (light my WAY)
ULTRA violeta (ilumine meu CAMINHO)


Sometimes I feel like I don't know
Às vezes eu sinto como se eu não soubesse

Sometimes I feel like checkin' out
Às vezes eu sinto como se fosse desistir

I wanna get it wrong
Eu queria poder errar

Can't always be strong
Não posso ser sempre forte

And love, it won't be long
E o amor, não será duradouro

Oh, sugar, don't you cry
Oh, doçura, não chore

Oh, child, wipe the tears from your eyes
Oh, criança, enxugue as lágrimas de seu olhos

You know I need you to be strong
Você sabe que eu preciso que você seja forte

And the day it is dark, as the night is long
E o dia é tão escuro, quanto a noite é longa

Feel like trash, you make me feel clean
Me sinto como lixo, você me faz sentir limpo

I'm in the black, can't see or be seen
Eu estou no escuro, não posso ver ou ser visto

Baby, baby, baby, light my way
Baby, baby, baby, ilumine meu caminho

(Alright now), baby, baby, baby, light my way
(Tudo bem agora), baby, baby, baby, ilumine meu caminho

You bury your treasure where it can't be found
Você enterra seu tesouro onde não pode ser encontrado

But your love is like a secret that's been passed around
Mas seu amor é como um segredo que foi espalhado

There is a silence that comes to a house
Há um silêncio que vem de uma casa

Where no-one can sleep
Onde ninguém pode dormir

I guess it's the price of love
Eu acho que é o preço do amor

I know it's not cheap
Eu sei que não é barato

Oh, come on, baby, baby, baby, light my way
Oh, venha, baby, baby, baby, ilumine meu caminho

Oh, come on, baby, baby, baby, light my way
Oh, venha, baby, baby, baby, ilumine meu caminho

Ultraviolet love
Ultravioleta, amor

Ultraviolet love
Ultravioleta, amor

Ultraviolet love
Ultravioleta, amor

Ultraviolet love
Ultravioleta, amor

Baby, baby, baby, light my way
Baby, baby, baby, ilumine meu caminho

I remember when we could sleep on stones
Eu me lembro quando nós podíamos dormir sobre as pedras

Now we lie together in whispers and moans
Agora nós deitamos juntos em sussurros e gemidos

When I was all messed up and I heard opera in my head
Quando eu estava totalmente confuso e ouvi ópera em minha cabeça

Your love was a light bulb hanging over my bed
Seu amor era como uma luz incandescente pendurada em cima da minha cama

Baby, baby, baby, light my way
Baby, baby, baby, ilumine meu caminho

Oh, come on, baby, baby, baby, light my way
Oh, venha, baby, baby, baby, ilumine meu caminho

Ultraviolet love
Ultravioleta, amor

Ultraviolet love
Ultravioleta, amor

Ultraviolet love
Ultravioleta, amor

Ultraviolet love
Ultravioleta, amor



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Spider-Man: Turn Off The Dark - 1° Ato

Spider-Man: Turn Off The Dark é um musical de rock com música e letra de Bono e The Edge do U2, e um livro de Julie Taymor, Berger Glen, e Roberto Aguirre-Sacasa.
The Edge afirmou que ele não tem certeza da descrição 'musical de rock' para a produção, porque "há elementos de rock and roll, elementos do circo e elementos de ópera".
Bono admitiu que sua descrição é um pouco "pretensiosa", se referindo ao espetáculo como "pop-up, ópera pop-art", observando que Julie Taymor chamou-a de "drama de circo rock-and-roll".
Bono também descreveu a produção como "lutar com as mesmas coisas" como "Rilke, Blake, Asas do Desejo, Roy Lichtenstein e os Ramones".
O musical é baseado nos quadrinhos do Homem-Aranha criado por Stan Lee e Steve Ditko, publicado pela Marvel Comics, assim como o filme de 2002 sobre o personagem e o mito grego de Aracne.
Ele conta a história da origem do personagem, seu romance com Mary Jane e suas batalhas com o Duende Verde do mal.
O show inclui acrobacias altamente técnicas, tais como atores oscilantes em "teias" e várias cenas de combate aéreo.
Bono disse que é como um romance gráfico tridimensional.

1° ATO:

Na Magnet High School em Queens, Nova York, o adolescente local Peter Parker dá um livro relatório sobre Arachne, a deusa dos Weavers ("O Mito de Aracne"). Como Peter dá o seu relatório, Arachne desce para o palco e conta ao público sua história ("Behold and Wonder").
Milhares de anos atrás, Arachne era uma tecelã habilidosa que se tornou vaidosa e vangloriou-se que ela era maior do que a deusa Atena - que desafiou Aracne para um concurso de tecelagem. Durante o concurso, Arachne criou imagens blasfemas dos deuses. Furiosa, Athena destruiu o trabalho de Arachne. Devastada, Arachne enforcou-se, mas Atena teve pena de Arachne e transformou-a na primeira aranha do mundo. Agora Arachne é amaldiçoada à vagar pelo universo e tecer sua teia por toda a eternidade.

Após o término das aulas, Flash Thompson e seus amigos alegremente atormentam Peter ("Bullying by Numbers"). Peter tem uma queda pela garota popular Mary Jane Watson, mas ambos têm vidas infelizes. Mary Jane tem um pai abusivo e sofre em casa, enquanto Peter sofre o tormento de valentões na escola ("No More"). Peter tem vivido com seu tio Ben e sua tia May, desde que seus pais Richard e Mary Parker morreram em um acidente de avião quando ele era um bebê. Poucos dias depois, Peter e os colegas vão em uma viagem de campo para o laboratório de genética do cientista Norman Osborn e sua esposa Emily, que explicam o que esperam conseguir com sua investigação genética ("DIY World"). Enquanto Peter tira fotos do laboratório para o jornal da escola, os Osborns bloqueiam a saída do laboratório, depois que uma aranha geneticamente alterada e perigosa escapa. Enquanto os estudantes e os cientistas entram em pânico, a aranha se acomoda no ombro de Peter para mordê-lo.
Peter logo percebe que ele tem poderes de aranha, como resultado da mordida da aranha , juntamente com uma alteração muscular, visão apurada 20/20 e a capacidade de emitir seqüências de teias à partir de seus pulsos. Ele usa seus poderes na escola para derrotar Flash e seus amigos em uma briga ("Bouncing Off The Walls").
Depois de ver Flash dando um passeio com Mary Jane, Peter decide comprar um carro para impressioná-la. Em busca de dinheiro, ele entra em um torneio de luta livre, onde ele derrota o campeão Bonesaw McGraw pelo grande prêmio de $1.000.

Peter volta para casa apenas para descobrir que o tio Ben foi baleado por um ladrão de carros. Envergonhado de seu egoísmo recente e percebendo que ele estava impotente em salvar seu tio da morte, Peter tem um encontro emocionante com a Tia May - sem saber que Arachne está tomando conta dele. Arachne encoraja-o à usar seu dom para defender os inocentes do mal ("Rise Above"). Peter jura vingar a morte do tio Ben usando seus poderes para salvar o mundo e observa que " grandes poderes trazem grandes responsabilidades".
Peter então, faz um uniforme com as cores que Arachne descreve para ele: vermelho para todos os corações dos inocentes que sangra, e azul para a tristeza dos cidadãos em perigo; antes de balançar pela cidade em suas teias, combatendo criminosos e salvando civis inocentes, agora como "Spider -Man".

O Diário Clarim, em seguida, começa a publicar artigos sobre o Homem-Aranha, enquanto Peter é contratado pelo editor-chefe J. Jonah Jameson como fotojornalista freelance. Enquanto isso, Norman Osborn começa a pensar que o Homem-Aranha roubou sua pesquisa, com os militares da organização Viper Worldwide pressionando-o na aceleração do seu projeto ("Pull the Trigger").
Norman contempla o dilema com Emily, enquanto Peter compartilha seu primeiro momento romântico com Mary Jane ("Picture This").
Norman então decide experimentar em si mesmo a pesquisa, causando uma onda elétrica que resulta na morte acidental de Emily. Norman enlouquece e torna-se o "Duende Verde".

FIM DO 1° ATO

U2 I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight - Single




Single de I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight, lançado em setembro de 2009 pela Island/Interscope Records. Disco de vinil de 12 polegadas, importado dos EUA. Número de catálogo: B0013377-11

Tracklisting:
A1 I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight (Single Version)
Cello – Caroline Dale
Engineer – CJ Eiriksson*
Engineer [Additional] – Declan Gaffney
Engineer [Assisted By] – Tom Hough
Keyboards [Additional] – Terry Lawless, Will.I.Am*
Mixed By – Cenzo Townshend
Mixed By [Assisted By] – Neil Comber
Producer [Additional Production] – Will.I.Am*
Violin – Cathy Thompson
A2 I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight (Fish Out Of Water Remix)
Engineer [Additional] – Declan Gaffney
Engineer, Mixed By, Producer [Additional], Programmed By [Additional] – Declan Gaffney, Matt Paul
A3 I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight (Dirty South Full Remix)
Instruments [Additional], Drum Programming [Additional] – Dirty South (2)
Producer [Additional Production], Remix – Dirty South (2)
B1 I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight (Redanka's 'Kick The Darkness' Vocal Version)
Remix – Redanka
Remix, Producer [Additional Production] – Andy Holt
B2 I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight (Redanka's 'Sparks Of Light' Dub Version)
Remix – Redanka
Remix, Producer [Additional Production] – Andy Holt

Credits:
Artwork By [Design] – Shaughn McGrath At Four5One°Creative, Dublin
Artwork By [Illustration] – David O'Reilly
Lyrics By – Bono
Mastered By – Scott Sedillo
Music By – U2
Photography – Diana Scrimgeour
Producer – Steve Lillywhite
Technician [Audio Post Production] – Cheryl Engels

Notes:
Mastering at Bernie Grundman Mastering, Hollywood.
Audio Post Production at Partial Productions.

Band portraits from the U2360° Tour 'I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight' show sequence.
Concept by Gavin Frifay. Director of Photography: Tom Krueger.

Track B1: Thanks to Sarm West Bootboy Choir, PH for extra guidance and BC for putting up with the grief.
Recorded @ E-Mission, Tamworth, UK and Pulse Studio, Goiania, Brazil 2009.

Track B2: Recorded @ E-Mission, Tamworth, UK, 2009.

Published by Universal Music Publishing BV

© 2009 Universal-Island Records Limited under exclusive license to Mercury Records Limited in the UK, Interscope Records in the US and Universal Music Group for the rest of the world.

The copyright in this sound recording and artwork is owned by Universal-Island Records Limited under exclusive license to Mercury Records Limited in the UK, Interscope Records in the US and Universal Music Group for the rest of the world.
A Universal Music Company.
Made in the U.S.A.

The Edge é o responsável por documentário sobre menores de rua que irá ao ar pela MTV

The Edge é creditado ao conceber um novo documentário sobre crianças de rua na América que vai ao ar na MTV no ​​próximo mês. The Break segue a defensora dos desabrigados Anne Mahlum em sua ajuda à três jovens moradores de rua em transformar suas vidas.
O documentário vai estrear dia 02 de março.
Veja como página na web da MTV sobre The Break descreve o papel de The Edge:
The Break (A Ruptura) é a visão pessoal do guitarrista do U2, de renome mundial, The Edge, que acredita que todos merecem uma chance de uma vida decente - especialmente os jovens que estão vivendo sem uma casa ou sistema de apoio, não por culpa própria.
Desenvolvido por The Edge e produzido por Gigantic! Productions, a equipe multi-premiada por trás de tais documentários aclamados sobre a juventude em crise como Gone Too Far, True Life: I'm Deaf e I'm Addicted; este documentário é uma viagem emocionante e emocional pelo território inexplorado.

Há também um vídeo do trailer do documentário que menciona "música original de The Edge", e é a voz de Edge cantando a música que toca mais ou menos na marca de 50 segundos do trailer:

Blog U2 Sombras e Árvores Altas

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