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sábado, 30 de abril de 2016

Por Dentro de 'Bono e Eugene Peterson: Os Salmos'


Durante apresentações do U2, algumas vezes Bono cita trechos de 'A Mensagem', uma tradução da Bíblia com linguagem mais contemporânea.
Escrita pelo pastor presbiteriano aposentado Eugene Peterson, a versão (ou paráfrase, como preferem os puristas) bíblica, que usa termos "do século 21" está disponível em dezenas de países.
Em 2001, quando seu pai estava enfrentando uma doença, o cantor conta que lia os Salmos na versão de 'A Mensagem' para ele. Bono e Peterson se conhecerem em 2010, durante a turnê 360° Logo nasceu uma amizade que é o foco de um novo documentário, lançado esta semana.
Com cerca de 20 minutos, o média-metragem leva o título de 'Bono e Eugene Peterson: Os Salmos'. Trata-se de uma longa conversa entre o músico e o teólogo sobre a fé, sobre os 150 salmos apresentados no Velho Testamento, e a influência do livro nas composições que Bono assina. O líder do U2 já falou abertamente sobre seu cristianismo. Eles também conversam sobre o tempo que dedicaram, nos últimos 15 anos, ao estudo em conjunto dos Salmos, e o vínculo que essa paixão criou entre ambos.
A amizade entre os dois teria começado após Bono ler “Correndo Com Os Cavalos”. O livro de Peterson chamou a atenção do cantor, que comentou seu fascínio sobre a obra em um blog. A partir desse ponto, ambos começaram a trocar correspondências, que se tornaram longas conversas sobre questões diversas, sempre margeadas pelos Salmos.

Filmado na casa de Peterson, no interior de Montana, no ano passado, o material percorrerá inicialmente o circuito dos filmes de arte. David Taylor, produtor do filme, que também é professor de teologia, conta que trata-se de uma iniciativa do Centro Brehm de Culto, Teologia e Artes, ligado ao Seminário Fuller, na Califórnia.
“Nossa esperança é que, após assistir ao filme, as pessoas fiquem curiosas ou sintam-se inspiradas para ler os Salmos e descobrir este livro notável de poesia, parte das Sagradas Escrituras”, explica Taylor. Dirigido por Nate Clarke, é a primeira produção do Estúdio Fuller, sediado no Seminário.
Para seus idealizadores, pode ser uma ferramenta evangelística poderosa que deve atrair os fãs do U2, bem como mostrar para a igreja “a intersecção entre fé e cultura”. Algumas igrejas irão exibir o material e fazer discussões sobre o tema.
Bono vem falando cada vez mais abertamente sobre sua fé em Jesus Cristo e o impacto positivo que os cristãos podem e precisam causar no mundo.
No documentário, Bono afirma que quando lê os Salmos, enxerga naqueles versos de louvor a Deus toda a gama de emoções humanas, como raiva, tristeza, felicidade e irritação, dentre outros.
E nesse contexto, lembrando que os Salmos são uma inspiração para sua vida, Bono foi duro com o atual formato seguido pela música cristã contemporânea, sugerindo que os artistas que se dedicam a essa carreira se voltem à emoção crua e honesta dos Salmos: “O salmista é brutalmente honesto sobre a alegria explosiva que ele está sentindo e a profunda tristeza ou confusão”, disse Bono. “E muitas vezes eu penso: ‘Meu Deus, bem, por que será que a igreja não toca mais músicas assim?’”, revelou.
No mesmo contexto, Bono, novamente, lamentou a falta de sinceridade na cultura cristã moderna, e chegou a dizer que encontra, na verdade, “muita desonestidade” na arte cristã dos tempos atuais: “Eu adoraria se essa conversa inspirasse as pessoas que estão escrevendo essas lindas […] músicas gospel, escrevessem uma canção sobre seu mau casamento. Escrever uma canção sobre como eles estão chateados com o governo. Porque é isso que Deus quer de você, a verdade”, disse Bono.
“A falta de realismo é o motivo pelo qual eu desconfio dos cristãos. Eu gostaria de ver mais disso na arte, na vida e na música”, concluiu.

Fontes: Boa Informação - Gnotícias

Não-Oficial: um vídeo para "Crumbs From Your Table"


Antigamente, era comum ver bandas divulgarem seu trabalho, com um vídeo montado trazendo imagens da performance ao vivo, mas com o áudio original de estúdio da canção.

E se o U2 tivesse alguns vídeos assim também? O colaborador Márcio Fernando criou mais um vídeo, agora um para "Crumbs From Your Table", com uma performance em gravação amadora durante a Vertigo Tour, e com o áudio substituído pela versão de estúdio da canção! Confira:

Bono recebe o We Are Family Foundation Humanitarian Award e canta U2 na premiação


A 'We Are Family Foundation', fundada pelo músico e produtor Nile Rodgers, honrou Bono em um evento de gala e um concerto no Hammerstein Ballroom do Manhattan Center em Nova York, na noite de ontem.

A organização não-lucrativa deu à Bono o We Are Family Foundation Humanitarian Award, "que homenageia uma pessoa aos olhos do público, que tem feito esforços tremendos e incursões em melhorar a condição humana em todo o mundo."


Os homenageados anteriores incluem Sir Elton John, Peter Gabriel, Sting e Trudie Styler e outros.

Além da cerimônia de premiação e um leilão de angariação de fundos, Bono tocou com Nile Rodgers e o CHIC, canções do U2.
O set teve: "Pride (In The Name Of Love" "I Still Haven't Found What I'm Looking For," "Beautiful Day" e "Mysterious Ways".






Agradecimento: @U2

sexta-feira, 29 de abril de 2016

1979: A Grande História Da Inocência - Parte 15


Em 5 de dezembro de 1980, o U2 fez seu primeiro show em Nova York para uma platéia que contava com vários executivos da Warner Brothers, licenciada americana da Island Records. O clímax de uma turnê de degustação de 10 dias, o show não deixou uma posição muito clara, mas a banda em uma posição forte. Tendo um acordo com Frank Barsalona, agente de concertos da grande Premier Talent, cujos outros clientes incluíam The Who e Bruce Springsteen, Chris Blackwell efetivamente apostou uma grande parte de sua reputação nas perspectivas do U2 ao vivo nos EUA. Apoiando depois mais uma turnê de 3 meses pelos EUA no início de 1981, o chefe da Island deixou bem claro que suas novas contratações estavam preparadas para trabalharem mais do que a maioria de seus colegas britânicos, para rachar o maior mercado de música do mundo.
"Este era o diferencial da Island", disse Chas De Whalley. "Não teve sua própria operação dos Estados Unidos, passou pela Warner Brothers, mas isso foi percebido como uma fonte fantástica de novos talentos realmente bons do Reino Unido. Eles tinham lançado Roxy Music, Bob Marley, King Crimson ao longo dos anos, então sua atitude foi: se Chris Blackwell diz que esta banda é boa, vamos dar-lhe uma chance. O U2 então teve shows nos Estados Unidos durante a segunda metade de 1980 e 1981 sem sequer ter tido um hit no Reino Unido, algo que ninguém jamais conseguiria sem ter assinado diretamente com a CBS ou EMI."
Rob Partridge descreve a amplitude da ambição americana do U2 como "incrivelmente perspicaz... eles não estavam tocando apenas nas tradicionais NYC e Los Angeles – muitas bandas britânicas se seduzem pelos grandes reviews de Los Angeles e pensam que já conquistaram a América. Enquanto isso, o U2 estava subindo e descendo pela América, fazendo shows para 200 pessoas em uma primeira vez, e talvez para 1.000 pessoas na próxima. Isso foi absolutamente crucial para seu sucesso, e eu não acho que qualquer banda britânica tem feito isso desde então."
Nick Stewart concorda. "Eu sempre disse a eles que se conseguissem ser grandes em Des Moines, iriam quebrar tudo. Porque esses lugares são muito conservadores."
E conservadorismo certamente era a arma secreta do U2 na América do início dos anos 80. Suas raízes cristãs, com alguma rebeldia, os ajudou. A morte violenta de John Lennon aconteceu apenas três dias após a estréia do U2 em Nova York.
O novo amanhecer da era Ronald Reagan na América, a moralidade puritana, o patriotismo temente a Deus, certamente parecia em sintonia com os roqueiros de vida aparentemente limpa, castos, livre de drogas. Especialmente porque, como irlandeses, seu otimismo escancarado fazia muito mais sentido para aquela América livre de ironia, do que qualquer número Brit das bandas com moda de cortes de cabelo e seu cinismo de escola de arte.
Enquanto eclodir na América era provavelmente o maior fator na ascensão do U2 ao estrelato, outra peça de seu arsenal veio naquele anos 80. Rob Partridge lembra um fatídico encontro em 1982 com o homem que iria transformar e moldar a imagem da banda até os dias atuais: o "mestre holandês", Anton Corbijn.
"Levei Anton para New Orleans para fazer uma reportagem de capa para a revista NME em 1982", diz Partridge. "Eles estavam tocando num barquinho para cerca de 400 pessoas, e a grande atração do barco era que ele flutuava subindo e descendo o Mississippi, então os jovens poderiam fumar maconha no convés superior com pouca probabilidade de serem apanhados. O link com Anton foi absolutamente instantâneo. A banda é muito perspicaz e tinham visto suas fotos na NME. Eles tinham uma estética sobre eles, que apelou para o U2. E que progrediu para que Anton fizesse cada foto desde então, fazendo também seus vídeos e essencialmente, tornando-se consultor cultural para a banda."

Revista Uncut - Dezembro de 1999

Não-Oficial: um vídeo para "Tryin' To Throw Your Arms Around The World"


Antigamente, era comum ver bandas divulgarem seu trabalho, com um vídeo montado trazendo imagens da performance ao vivo, mas com o áudio original de estúdio da canção.

E se o U2 tivesse alguns vídeos assim também? O colaborador Márcio Fernando criou mais um vídeo, agora um para "Tryin' To Throw Your Arms Around The World", com a performance do show na turnê ZOOTV em Sydney, e com o áudio substituído pela versão de estúdio da canção! Uma edição muito legal! Confira:

Bono não aparece na versão final da canção “Streets Of Surrender (S.O.S.)”


Em dezembro de 2005, Bono e The Edge foram entrevistados na CNN por Fareed Zakaria, e o vocalista revelou que estava escrevendo uma nova canção, para o cantor Zucchero.
Chamada de “Streets Of Surrender”, sobre os ataques em Paris, abreviada por Bono para S.O.S, ela teve sua letra revelada na mesma entrevista.
Algumas semanas atrás, apareceu na internet um pequeno áudio de 6 segundos, com Bono cantando “Streets Of Surrender (S.O.S.)”. No áudio, Bono canta a linha: "To be free, baby, baby. Free now and forever."

OUÇA AQUI

Não se sabia se esse pequeno trecho acústico com voz, violão e orquestra, era uma demo vocalizada por Bono, uma versão alternativa, ou a versão final do álbum, que então deveria um dueto entre Bono e Zucchero.

Hoje, o álbum 'Black Cat' de Zucchero foi lançado, e Bono não tem vocais na versão final da faixa. O trecho que vazou com vocal de Bono, realmente não era da versão final do disco, e permanece o mistério.
Com as informações do encarte, sabemos agora que Bono escreveu a canção com Zucchero e com Simon Carmody, que também escreveu com Bono a canção "Smile" do U2, e "Drinkin' In The Day", lançada em 1995 no álbum Dirty Rotten Shame, de Ronnie Drew.
Simon Carmody foi um membro do Lypton Village, um grupo de garotos de Dublin que saiam juntos durante toda a sua adolescência. Bono também foi membro da Village.

“Streets Of Surrender (S.O.S.)” ainda traz Mark Knopfler, conhecido como o guitarrista do Dire Straits.


A LETRA DA CANÇÃO:

Every man has got two cities he needs to be
The one he can touch and the one he can’t see
The one where a stranger’s a friend

Everyman has got one city of Liberty
For me it’s Paris… I love it
Every time I try to lose myself
I seem to find these streets of surrender

You’re free baby baby
You’re free now and forever
It’s Christmas time you can decide
To forget or to remember
You’re free baby baby
I didn’t come down here to fight you
I came here down these streets
Of love and pride to surrender
The streets of surrender
Of surrender

I heard the oldest story that nobody seems to know
I think it was about that stranger
It was youth and love and it was danger

It was winter but that warm it gets before the snow
It froze my soul
I’m crying, crying ‘bout some kid that they found
Lying on a beach… born in a manger

You’re free baby baby,
Free now and forever
It’s Christmas time you can decide
To forget or to remember
You’re free baby baby
I didn’t come down here to fight you
I came here down these streets
Of love and pride to surrender
The streets of surrender
To surrender

I live in the stories that are told
In the child you chose to hold
And the ones you turn away

To be free baby baby
Free now and forever
This vale of tears will disappear
And it’s love you will remember
You’re free baby baby
I didn’t come down here to fight you
I came here down these streets
Of love and pride to surrender
The streets of surrender
The streets of surrender

Agradecimento: U2 Songs (U2 Wanderer)

quinta-feira, 28 de abril de 2016

The Edge fala sobre as sessões de composição para 'Zooropa'


Durante a turnê ZOOTV pelos EUA em 1992, o U2 começou a escrever canções que inicialmente fariam parte de um EP da banda, mas que acabou se tornando um álbum completo, 'Zooropa', lançado em 1993.
The Edge dá detalhes sobre as sessões de composição: "É engraçado, mas nós começamos nestas sessões de uma maneira formal, escrevendo com um quadro em mente, com a testa franzida e trabalhando com seqüências de acordes e falando sobre a estrutura. Mas quando Brian Eno veio - acho que porque ele achava que estávamos perdendo parte da singularidade da banda e que na verdade não tínhamos muito tempo - sugeriu que a gente abandonasse a maneira formal da escrita de canções, para regressarmos a nossa maneira original de escrever canções, entrando na sala de gravação e improvisando.
Com Brian dirigindo o barco, responsável por comentários de incentivo e sugestões de som, entramos na sala de ensaio e tocamos por quase uma semana tentando fazer ideias brotarem e terminamos com mais de nove horas de material e nos sentimos muito bem a este respeito.
Muitas idéias começaram e terminaram em um minuto, e não nos incomodamos, e algumas improvisações duraram cerca de quinze minutos. Por isso tínhamos aquelas nove horas de material. A partir disso, usando a edição como nossa ferramenta, começamos a trabalhar nestas peças, que resultaram em "Dirty Day", o início da canção "Some Days" , a introdução de "Zooropa" e, possivelmente, "Crashed Car"."

Não-Oficial: um vídeo para "Zoo Station"


Antigamente, era comum ver bandas divulgarem seu trabalho, com um vídeo montado trazendo imagens da performance ao vivo, mas com o áudio original de estúdio da canção.

E se o U2 tivesse alguns vídeos assim também? O colaborador Márcio Fernando criou mais um vídeo, agora um para "Zoo Station", com a performance do show na turnê Vertigo em Chicago, e com o áudio substituído pela versão de estúdio da canção! Confira:

O que você queria saber sobre videos e videoclipes do U2 - Parte 5


A Dreamchaser Productions foi uma companhia de vídeo fundada em 1990, que realizou diversos trabalhos para o U2 à partir de 'Achtung Baby'. Ela fechou as portas por volta de 2003, e seus fundadores, Ned O'Hanlon e Maurice Linnane, abriram outra companhia: a Solo Too.
Em 1996, a dupla participou de um Fórum, respondendo diversas perguntas de fãs do U2. E em determinado momento, o guitarrista The Edge também participou!

The Edge: Ned, quem tem mais carisma: o Garth ou o Bono?

Ned O'Hanlon / Maurice Linnane: Você está querendo causar problemas não é, Edge?

Falem do vídeo de "Numb"! Como chegaram nele? De quem foi a ideia?

Ned O'Hanlon / Maurice Linnane: Este é muito bom! Surgiu em um think tank em Colônia. Sabíamos que tínhamos que fazer um videoclipe para "Numb" e nós sentamos com a banda para um brainstroming, e o conceito final saiu. Maurice pegou este conceito e deu forma à ele. As ideias foram concretizadas, Kevin Godley foi convidado para dirigir. Aconteceu tudo muito rápido, como a maioria das coisas que fazemos. Mas o dedo de Maurice desempenhou um papel vital.

Foi uma maneira de torturar The Edge?

Ned O'Hanlon / Maurice Linnane: Mais ou menos. Mas acho que ele gostou.

Há uma razão específica para a canção "Tryin To Throw Your Arms Around The World" ter sido retirada de 'Zoo TV Live From Sydney'?

Ned O'Hanlon / Maurice Linnane: Eu não acho que há um motivo "oficial" para isto. Acho que a banda resolveu mexer no set, porque não se encaixava, eu acho.

O Edge tem alguma ideia sobre isso?

The Edge: Eu nem sabia que estava faltando essa música.

Ela estava no Pay Per View, mas não no lançamento em vídeo. Houve uma teoria de que Bono teria mostrado a bunda para o público.

Ned O'Hanlon / Maurice Linnane: Não tivemos que cortar o concerto para vender sell-through. Não me lembro porque aquela canção ficou de fora. Bono não mostrou a bunda. Não é motivo para editar, se isso tivesse mesmo acontecido!

Por que os video confessionários foram retirados da versão em home video?

Ned O'Hanlon / Maurice Linnane: Eles foram removidos porque eles interferiam no andamento do show. Nos locais dos shows, eles foram ótimos, mas para ser incluído no home video, eles simplesmente não dariam certo para serem assistidos diversas vezes.

Ficou ótimo o History Mix no Interference. Quanto tempo levou para ser montado?

Ned O'Hanlon / Maurice Linnane: Demorou uma eternidade. Passamos 8 semanas trabalhando nele. Encontrar imagens de arquivo foi a parte mais difícil - em seguida tratá-las de forma diferente para mostrar a evolução da banda, vendo o que tínhamos feito, mudar nossas mentes, tendo a participação da banda - foi algo longo!

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Não-Oficial: um vídeo extra para "Sunday Bloody Sunday"


Antigamente, era comum ver bandas divulgarem seu trabalho, com um vídeo montado trazendo imagens da performance ao vivo, mas com o áudio original de estúdio da canção.

E se o U2 tivesse alguns vídeos assim também? O colaborador Márcio Fernando criou mais um vídeo, agora um extra para "Sunday Bloody Sunday", com a performance do show no Rose Bowl na 360°, e com o áudio substituído pela versão de estúdio da canção! Confira:

Em show no Irving Plaza em Nova York, a banda Hanson toca duas canções do U2


Em outubro de 2005, o Hanson lançou um álbum ao vivo, por uma gravadora independente, e uma das canções gravadas por eles foi uma versão de "In A Little While" do U2.
Em 2015, tocando no Irving Plaza em Nova York, a banda apresentou ao vivo o seu cover de "In A Little While", e aproveitaram para tocar uma outra canção do U2 na sequência: "Desire".

Confira:

Integrante do Boyzone conta como ficou com estatueta que o U2 ganhou no MTV Europe Music Award


Ronan Keating tem diversos prêmios depois de anos como um dos cinco integrantes do Boyzone e como um artista solo.
O site Daily Mail conta que um desses prêmios em particular não é realmente dele, e que Ronan confessou que ele pegou a estatueta do MTV Europe Music Award do U2, depois que eles 'esqueceram' em seu camarim.

O cantor de 39 anos de idade no Fitzy & Wippa Show da Nova FM, de como ele adquiriu a memorabilia especial, admitindo: 'Eu tenho ele em casa. Nunca contei para eles. Nunca disse nada a eles. Eu fiquei com o MTV Awards de Roterdã em 1997. Foi um grande show, você sabe, vão todas as grandes estrelas de todo o mundo na premiação, e o U2 esqueceu seu troféu.
Ronan aponta os motivos que podem ter feito o U2 deixar o prêmio para trás: "Estávamos tomando algumas bebidas no backstage depois da premiação, e eles esqueceram a estatueta, deixado no meu camarim, e eu então levei para casa."
Depois de revelar que ele nunca disse nada sos roqueiros irlandeses sobre o incidente, o cantor admitiu: 'foi minha culpa - meio que escondi no meu camarim enquanto eles estavam lá. Acho que eu meio que roubei, mas eles realmente deixaram lá. Eles poderiam ter procurado ele antes de irem embora, mas não fizeram."

Agradecimento: Ricardo Rocha (U2 Vision Over Visibility)

terça-feira, 26 de abril de 2016

Vídeo: 'Bono And Eugene Peterson: THE PSALMS'


Não é segredo para os fãs do U2 que os Salmos têm desempenhado um papel significativo no pensamento de Bono na fé cristã e na sua prática de composição. Também é sabido que ao longo dos anos, Bono têm tido um sincero afeto e admiração por Eugene Peterson, autor de The Message, uma tradução contemporânea da Bíblia.
Bono disse: "eu descobri The Message de Eugene Peterson através dos Salmos. No camarim antes de um show, nós lemos junto da banda e depois entramos nas arenas e estádios, as palavras nos inflamam, nos inspira."
Bono freqüentemente lê o Salmo 116 do The Message no início dos shows do U2.
Foi lançado um projeto, uma nova iniciativa a partir do Centro Brehm para o Culto, Teologia e Artes. O documentário foi disponibilizado via Fuller Studio no dia de hoje, com 21 minutos de duração.

Não-Oficial: dois vídeos extras para "New Year's Day"


Antigamente, era comum ver bandas divulgarem seu trabalho, com um vídeo montado trazendo imagens da performance ao vivo, mas com o áudio original de estúdio da canção.

E se o U2 tivesse alguns vídeos assim também? O colaborador Márcio Fernando criou mais dois vídeos, para "New Year's Day". Primeiro, com a performance do show no Slane Castle em 2001, e com o áudio substituído pela versão de estúdio da canção! Confira:



O vídeo promo bônus, com uma performance em estúdio, sincronizada com o áudio da versão original:

A Última Entrevista: The Edge e Garvin Evans - The Rotarian Parte 02


A revista The Rotarian publicou em sua edição de maio uma entrevista com Edge e seu pai, que por ironia do destino acabou coincidido com a morte do senhor Garvin Evans aos 84 anos de idade. Como um pequeno e humilde tributo ao pai de The Edge, a tradução da matéria:

Sobre a FILANTROPIA

EDGE: É difícil diferenciar o ativismo da filantropia, porque se você dá seu tempo ou seu dinheiro, você quer tirar proveito da plataforma para obter os melhores resultados. Para mim, muitas vezes, acaba por estar relacionado a música, obviamente. E muitas vezes é muito pessoal. Portanto, após o furacão Katrina, eu co-fundei uma nova caridade chamada Music Rising, focada em preservar a cultura musical de New Orleans.
Conheci muitos dos músicos nesta área, e nós fomos capazes de conseguir que muitos voltassem ao seu trabalho, entregando-lhes novos equipamentos e instrumentos. Em seguida, a próxima fase era conseguir reequipar as escolas e igrejas. Em seguida, estabelecemos um novo curso de estudo na Universidade de Tulane, focada na música da área, do qual sou extremamente orgulhoso. É um projeto de legado porque significa que estas grandes tradições musicais estão sendo documentadas e compreendidas de uma maneira muito mais profunda.

EVANS: A propósito, eu tive a interessante experiência de jogar golfe com Bill Clinton em 2009. Dividimos um buggy, e convsersamos muito sobre a Music Rising. Ele estava muito consciente disso e muito impressionado, porque ele disse que ele costumava ir a Nova Orleans na sua juventude, para tocar com os músicos. Então ele chegou à níveis presidenciais! Nunca se sabe.

Sobre a MÚSICA

EVANS: sou um tenor, e até canto no coral, embora não faça tanto trabalho solo como antes. Mas gosto muito da maioria dos tipos de música, bem como country e western. E a música tradicional irlandesa. Não sou louco.

EDGE: Lembro-me no meu crescimento, que havia um par de excepcionais experiências musicais que eu associo com a casa e com os meus pais. Tínhamos um piano e um som na sala de estar, e assim a sala estava cheia de música de todos os períodos. Tivemos uma coleção de álbuns clássicos de meu pai, alguns grandes discos de Frank Sinatra e algumas coisas obscuras como Herb Alpert. Então em uma certa idade, meus irmãos e eu começamos a comprar nossos próprios LPs... nossas primeiras compras foram os Beatles. Nós compramos A Hard Day's Night e Sgt. Pepper Lonely Hearts Club Band. Essas foram as primeiras influências que eu associo à minha casa.
Mas outra coisa que causou um grande impacto foi a música sacra. Tivemos um conjunto muito decente de vozes em nossa Igreja Presbiteriana em Malahide. Mas quando eu voltei com meus pais para Gales, fomos à uma capela e eu tive a experiência de escutar uma congregação galesa cantando hinos em perfeita harmonia de quatro partes. Literalmente senti arrepios, porque foi incrivelmente poderoso.

Sobre o CÂNCER

EDGE: Muitas pessoas não sabem que a minha filha mais nova foi diagnosticada com leucemia quando ela tinha 7 anos. Existem certas coisas pessoais que você simplesmente não quer levar a sua vida pública. Naquela época, era extremamente difícil para a família, e não queria que houvesse nenhuma cobertura da mídia sobre isso. Nós temos muitas famílias em situações bem piores. As chances de nossa filha sobreviver sempre foram muito altas. Mas, no entanto, foi uma provação. Ela teve que fazer muita quimioterapia durante um longo período de tempo.
Quando seu filho está doente, como um pai, a primeira coisa que você tenta fazer é compreender inteiramente o que está acontecendo. Então eu mergulhei na ciência do tratamento do câncer. Me deparei com a Fundação Angiogênese por um amigo que me falou de William Li, o CEO. Então, inicialmente, fui apenas fazer ao Dr. Li aproximadamente mil perguntas sobre tudo que sabia sobre o tratamento do câncer e como os inibidores de angiogênese poderiam ser parte de uma cura. [Uma nova classe de medicamentos contra o câncer para tumores cancerígenos privadas de oxigênio e nutrientes ao bloquear a angiogênese, o crescimento dos vasos sanguíneos.]
Conforme o tempo passava, impressionou-me mais o que estavam fazendo e eu decidi comprometer-me a ser um membro do Conselho. Estou junto à isso há quase 10 anos. Cerca de 100 drogas estão agora em pesquisa e desenvolvimento. É uma revolução na medicina.

EVANS: Eu sou uma conseqüência disso, porque eu tenho câncer durante os últimos 10 anos. Na verdade, eu realizei quimioterapia ontem.

EDGE: O meu pai está aqui em parte por causa da revolução no tratamento da angiogênese.

EVANS: Absolutamente. Eu tive, deixe-me ver, duas vezes câncer de fígado, câncer de cólon, câncer de pulmão e no momento, câncer da pleura. Estou vivendo com isso. E eu tenho sorte que a droga anti angiogênese que estou tomando, está segurando o câncer, e tem muito poucos efeitos secundários.

Sobre a PATERNIDADE

EDGE: o que acontece em uma relação pai-filho é que, muitas vezes, você acaba não fazendo o que você disse, mas imitando o que viu acontecer. O instinto do meu pai pela filantropia, ativismo e compromisso, teve efeitos sobre mim. E definitivamente, influenciou o que faço e digo aos meus filhos. Quando se trata de técnicas de parentalidade e filosofia, é engraçado ver que os ecos de minha mãe e meu pai foram refletidos em mim. Eu reconheço essa influência nas coisas pequenas e banais. É nesse momento que se cristaliza e eu penso: 'Oh, uau! Há uma linhagem, um legado aqui, e eu sou parte disso."

EVANS: Bem, com Gwenda, nunca fomos pais vitorianos. Quando The Edge quis escolher a banda, em vez da escola, conversamos sobre isso e eu disse: "Deixe ele fazer isso, vamos deixar isso fora de seu sistema." Se funcionar, muito bem. Se não funcionar, pelo menos não poderá olhar para trás e dizer que minamos as ambições dele." Então nós estávamos muito tranquilos sobre isso. Acho que podemos resumir nossa abordagem com estas palavras, como um conselho a todos os pais: nunca fiquem no caminho dos sonhos de seus filhos, pois pode se tornar uma realidade.

Agradecimento: U2 Uruguay - U2 News (www.noticierou2.blogspot.com)

A Última Entrevista: The Edge e Garvin Evans - The Rotarian Parte 01


A revista The Rotarian publicou em sua edição de maio uma entrevista com Edge e seu pai, que por ironia do destino acabou coincidido com a morte do senhor Garvin Evans aos 84 anos de idade. Como um pequeno e humilde tributo ao pai de The Edge, a tradução da matéria:

Garvin e Edge: Tal Pai Tal Filho

OS GAROTOS DO U2 ESTÃO EM CASA. É sexta-feira, 27 de novembro, duas semanas após os ataques terroristas em Paris. Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. tinham estado em Paris naquela noite terrível, ensaiando no palco que estavam programados para tocar na noite seguinte. No entanto, tiveram de ser evacuados. Essa banda sempre foi conhecida por seu ativismo político e social e as mensagens de suas canções contra a guerra e o terrorismo. Hoje, estas questões são particularmente relevantes.
Na 3Arena, que uma vez já foi uma estação de trem das Docklands de Dublin, milhares de fãs se amontoam alegremente na pista do local. Eles estão bebendo cervejas e incansavelmente animados enquanto esperam que seus heróis locais, que estão fechando sua turnê iNNOCENCE + eXPERIENCE de seis meses, subam no palco. Quando a abertura melancólica de "Ohhhhh, ohhhh, oooohhhh" denota o som de "The Miracle (Of Joey Ramone)", seguido pelo incendiário e destacado riff de guitarra de The Edge, o público vai à loucura.
O pai de The Edge, Garvin Evans, com 84 anos, foi na Arena no primeiro dos quatro shows em Dublin, para ver seu filho tocando, e estará aqui novamente, para o que era para ser o último concerto da turnê por U2. (A banda vai voltar a Paris para dois concertos remarcados). No dia seguinte, Evans, um tenor, vai cantar em uma produção local de Messias.
Evans é um grande fã, não só do U2, mas de Handel, os hinos do País de Gales, campo de golfe (é membro honorário a vida toda no Royal Dublin Golf Club), dos verdadeiros claretes (vinho) e das terças-feiras, "quando três ou quatro de nós vamos a um bar tomar uma Guinness." Ele ama seus três filhos, seis netos e seus dois bisnetos. Ele é secretário da Igreja Presbiteriana e canta no coral. Além disso, é um membro há muito tempo do Rotary e o motivo pelo qual a revista The Rotarian está visitando Dublin: conversar com ele e seu filho sobre o que eles têm em comum e como eles se inspiraram para tornar o mundo um lugar melhor.
A frequente colaboradora do Rotarian, Julie Bain, reuniu-se com eles no Merrion, um hotel de cinco estrelas no centro de Dublin. Os dois homens elegantes chegaram cedo. Garvin Evans com uma gravata escocesa vermelha e roxa e The Edge, nascido David Evans, com seu gorro que é sua marca registrada, e uma jaqueta de couro preta. Evans, nascido no sul de Gales, mostra um pouco de sua cautela galesa, o mesmo cuidado que seu filho, que nasceu em Londres em 1961 antes que seus pais se mudassem para Dublin em 1962. (Sua mãe, Gwenda, morreu em 2012). Os dois não se abraçam, mas são claramente afetivos e carinhosos um com o outro. Aqui, eles falam sobre as questões que são mais importantes para ele.

Sobre as PRIORIDADE PELA IRLANDA

EVANS: nunca esquecerei meu primeiro dia em Dublin. Cheguei numa manhã de sábado. Antes do almoço eu tinha comprado uma casa no subúrbio norte de Malahide], sujeita à aprovação da minha esposa, e ela deu. E então eu fiz algo importante, eu saí e fui ver o torneio de golfe do leste da Irlanda, em Baltray. Lhe digo que não demorou muito para nos integrarmos.

EDGE: sem dúvida, Dublin é a minha casa. É bastante surpreendente que ainda posso voltar toda vez para a casa em que cresci. Isso é uma grande reflexão sobre o povo irlandês, porque realmente não compram muito desse sistema de celebridades. Você é uma pessoa de integridade e tem senso de humor? Você é engraçado? Estas são coisas que importam ao irlandês, não o quanto grande é a sua casa ou o carro que você tem. Os irlandeses nunca nos permitiriam ser mais importantes do que realmente somos.

EVANS: Dave nasceu com um sorriso no rosto e era intensamente curioso sobre tudo. Ele não mudou muito.

EDGE: Nós todos terminamos à deriva ao longo do tempo, mas o que é realmente saudável é continuar sendo puramente o mesmo, ou seja, a mesma pessoa que você era quando criança. É a consistência. Eu coloquei um grande esforço para não permitir que o sucesso da banda se tornasse de alguma forma prejudicial ao meu valores ou idéias. Tentamos evitar excessos. E se você foi abençoado, você faz o que pode para voltar.

Sobre o ROTARY

EVANS: Voltando à década de 50, o tio da minha esposa era um rotariano e conseguiu para Gwenda ir para um programa de intercâmbio para a Suécia. Eu descobri um pouco mais sobre o Rotary naqueles dias e tornou-se intrigante. Então quando cheguei em 1968, quando The Edge tinha apenas 7 anos, para se juntar a esse clube novato que seria conhecido como o Dublin North Rotary Club, eu me joguei nele.
Eu sou, infelizmente, o único membro fundador do clube ainda vivo. Fui presidente do clube duas vezes, eu ganhei dois prêmios Paul Harris, servi como oficial de extensão de distrito de Rotarac e dois anos antes como secretário distrital do Rotary da Irlanda, quando Verity Swan se tornou a primeira governadora distrital do Rotary da Irlanda. [Os outros dois filhos de Evans, Richard e Gillian, participaram de intercâmbios de jovens notários à curto prazo].

EDGE: Eu estava ciente do Rotary, mas era completamente ignorante sobre o que estava acontecendo. Eu sabia que meu pai usava este bonito broche na lapela de vez em quando. Você escolhe os boatos à medida que vai crescendo, e eu entendi com o passar do tempo que tinha a ver principalmente com atividades de caridade e divulgação na comunidade e esses tipos de atividades gerais do tipo de empresas sociais.
Meu próprio envolvimento com filantropia e ativismo começou através da banda. Tendo alcançado um certo nível de sucesso, tivemos a plataforma e a oportunidade de fazer as coisas. Foi um impacto muito agradável ver como meu mundo e de meu pai tinham fechado em um círculo, quando descobri que a Fundação de Bill e Melinda Gates, da qual nossa banda está associada já faz algum tempo, era associada com o Rotary na luta contra a pólio. De repente, tive um sentido mais completo do que era o Rotary. Fui a um jantar com meu pai [em honra de seus 40 anos no Rotary] e naquela noite eu vi o nível de compromisso e o imenso valor do Rotary. Foi quando eu realmente entendi.

EVANS: Quando eu era jovem... eu estava muito consciente dos perigos da pólio. Todos os verões no país de Gales, havia um temor disso. Quando Dr. Jonas Salk desenvolveu a vacina, fomos capazes de vir a enfrentar junto com ele. E mesmo assim você tinha que chegar ao povo. Isso é o que é o Rotary.

Agradecimento: U2 Uruguay - U2 News (www.noticierou2.blogspot.com)

segunda-feira, 25 de abril de 2016

U2 é citado no roteiro do filme 'Quatro Casamentos E Um Funeral'


Richard Curtis é um roteirista, diretor e produtor neozelandês naturalizado britânico, e um dos seus trabalhos mais conhecidos é Quatro Casamentos E Um Funeral.
No roteiro, ele escreveu uma cena que foi para o filme, com o seguinte diálogo entre os personagens Henrietta e Charles:

Henrietta: Você pensou que eu era idiota.

Charles: Eu não pensei isso.

Henrietta: Você pensou. Eu achava que U2 era um tipo de submarino.

Charles: De certa forma, você estava certa. Sua música tem uma qualidade naval.

Richard Curtis é um dos co-conspiradores de Bono na arte e no ativismo.

Richard Curtis, Richard Mosse e Bono

´POP' machucou o U2 nos EUA


"O álbum 'POP' nos machucou nos EUA", Bono admitiu em entrevista. "Foi difícil com a turnê e a polêmica. Eu não sei se todos os nossos fãs conheciam ou se importavam com Andy Warhol e o que estávamos tentando fazer. Todos os nossos conceitos e POP como a morte de Deus e o que seja. Foi tipo: 'Porra, vamos ouvir as músicas, Bono.' E as músicas eram especiais, mas não trouxemos de casa cada arranjo. As pessoas tinham que trabalhar muito com isso. E algumas pessoas do público, de tênis e calças curtas não viam as cores brilhantes tão vívidas que estávamos fazendo com a PopMart. Eles nos viram como algo sinistro."
O baterista Larry Mullen culpa o erro de planejamento da banda: "Cometemos alguns erros fundamentais no nosso planejamento. Planejamos ir para a estrada antes de terminarmos o álbum, então fomos em uma linha reta saindo do estúdio e indo para a estrada. Nós estávamos usando muita tecnologia, e não tivemos tempo para testar tudo isso. Levou um tempo para descobrirmos sobre todos os elementos. Isso não nos ajudou."
Isso ficou bem evidente nos primeiros shows pelo EUA. Bono lembra: "Tivemos aquele concerto pouco tranquilo para começar a turnê, em Las Vegas. Eu não estava cantando bem. Todos apareceram, e eles ouviram o som de um balão estourando. E eu me lembro de Los Angeles, um lugar onde nós nunca tínhamos feito um show ruim: foi a primeira vez que pude sentir: 'As pessoas estão comendo pipoca lá fora'. É estranho ser um artista, você pode sentir coisas. Tipo: 'eles estão comprando camisetas durante esta música?' E ainda, por baixo de toda essa pompa e cor, havia humor, coração e alma, mas não estava acontecendo.
Acho que as pessoas estavam esperando apenas ironia, e não era só ironia o show. Entrávamos pelo meio da multidão, subíamos no palco e "Mofo" era o pontapé inicial. A banda parava e eu cantava as linhas: 'Looking for to save my, save my soul/Looking in the places where no flowers grow/Looking to fill that God-shaped hole/Mother, mother-sucking rock and roll.' Quero dizer, isso é hardcore. Havia essas coisas dentro."

Não-Oficial: um vídeo para "Mofo"


Antigamente, era comum ver bandas divulgarem seu trabalho, com um vídeo montado trazendo imagens da performance ao vivo, mas com o áudio original de estúdio da canção.

E se o U2 tivesse alguns vídeos assim também? O colaborador Márcio Fernando criou mais um vídeo, agora um para "Mofo", com a performance do show no Mexico na Popmart, e com o áudio substituído pela versão de estúdio da canção! Confira:

domingo, 24 de abril de 2016

News Today: a fortuna do U2


Do Whiplash:

Os Rolling Stones são coletivamente a banda mais rica do Reino Unido, de acordo com a lista anual do Sunday Times.
Paul McCartney e sua esposa Nancy Shevell continuam no topo das listas de rock com uma fortuna de £760m e o U2 chega em segundo com £500m.
Mick Jagger, sozinho, chega na terceira colocação, com £235m e seu colega, Keith Richards, está logo abaixo com £220m. Adicionando Charlie Watts (11º) e Ronnie Wood (24º), a banda tem um valor coletivo de £630m, £40m a mais que no ano passado.

Confira a lista abaixo.

Paul McCartney / Nancy Shevell: £760m
U2: £500m
Mick Jagger: £235m
Keith Richards: £220m
Olivia and Dhani Harrison: £220m
Ringo Starr: £200m
Eric Clapton: £160m
Rod Stewart: £160m
Roger Waters: £160m
Ozzy and Sharon Osbourne: £135m
Brian May: £120m
Charlie Watts: £120m
Roger Taylor: £115m
Phil Collins: £110m
Jimmy Page: £105m
Robert Plant: £103m
John Deacon: £100m
David Gilmour: £100m
Iman and Duncan Jones (David Bowie): £90m
Mark Knopfler: £75m
Nick Mason: £75m
Pete Townshend: £75m
Brian Johnson: £65m
John Paul Jones: £60m
Ronnie Wood: £55m
Van Morrison: £50m
Peter Gabriel: £45m

"Miami": nós viemos, nós vimos, conquistamos


A gravação de POP tinha começado em Novembro de 1996. A pausa de Natal foi seguida por um período de paralização com Larry Mullen lutando com um problema nas costas. Howie B ficou com algumas partes de bateria e em março eles estavam em alerta máximo novamente, trabalhando as faixas de apoio e fazendo progressos que valiam a pena. Mas eles ainda não tinham qualquer sentido real do que ia dar ao álbum, do sentido de continuidade que sempre tinham lutado no passado. Precisava de um local - ou assim eles pensavam.
Por um tempo, eles brincaram com a idéia de ir para Cuba e convidar o espírito de Havana para se infiltrar no ritmo, mas o cinismo com que quase certamente tenham sido confrontados dissuadiu-os. E abril se transformou em maio, levantaram acampamento e partiram para Miami, ao invés disso.
Havia uma dúzia de razões do porque poderia ser um bom local para a gravação. É o cruzamento entre o Norte e o Sul. Tem um lado glamouroso, um lado bem humorado, um lado escuro – e o mais estranho ponto fraco. É um posto de fusão de culturas, religião e sexo. Mas no final, a ideia era mais encantadora do que a experiência. Em vez de levá-los para o coração da gravação, sua permanência lá produziu um pequeno filme de uma canção que Edge ironicamente descreve como uma espécie de "turismo criativo". É uma experiência da qual ninguém se arrepende.
“Nós estávamos no estúdio, debatendo sobre a direção da gravação”, Adam explica. “É um bom lugar para estar por uns seis meses, mas eu acho que nós todos precisávamos de um pouco de ar fresco. Então nós fomos para Miami e tivemos um bom tempo!” Saímos. Nós conhecemos muitas pessoas sérias e muitas pessoas superficiais e aproveitamos ambas. Nós fomos apresentados para a arte de fumar charutos. E, em geral, tivemos um bom momento. Nós viemos, nós vimos, conquistamos – está na letra. Tudo estava lá e nossos olhos estavam abertos. Parte do tempo (risos)”.
Liricamente, "Miami" exibe uma espécie de férias cafonas, chegando como um diário de handy-cam que desliza nos temas do consumismo e da violência com facilidade notável. Há uma forte qualidade visual, impressionista à escrita que nos remonta a "Promenade" de 'The
Unforgettable Fire' - só que aqui há indícios também que ressalta o voyeurismo de "Babyface" no 'Zooropa'. Todo mundo gosta de olhar. Snap!”
O senso de humor de Bono vem através do trocadilho edipiano do refrão, uma referência que brevemente traz o fantasma de Al Jolson à vida: “’Miami’ My mammy!”. Mas a coisa toda se encaixa tão perfeitamente como é, porque era um trabalho de amor para Howie B. “Tinha
muito da bagagem de Howie”, Flood explica. “Depois de ter sido gravada, ele se trancou em um quarto por três dias e arranjou tudo – não apenas a forma como as coisas foram tratadas, mas de onde elas vêem, e coisas assim.”
Foi, de longe, a mais rápida faixa para completar, como resultado de interesse especial de Howie. Pegando de maneira diferente de onde "God Part II" do Rattle And Hum e "Elvis Ate America" do Passengers haviam parado, exercício completamente moderno na magia do estúdio que possui uma outra parte da bateria monstro do modesto Mullen, entrelaçada com subterrâneos rumores trip-hop que fazem fronteira com o avant-garde.
Mas como Mullen mesmo afirma, os gêneros e pontos de referência não significam nada.
Tem que ser um ritmo U2 para estar num álbum do U2- e não há dúvidas sobre "Miami" naquela contagem.

AGRADECIMENTO: ROSA - U2 MOFO

Não-Oficial: um vídeo para "Gone (New Mix)"


Antigamente, era comum ver bandas divulgarem seu trabalho, com um vídeo montado trazendo imagens da performance ao vivo, mas com o áudio original de estúdio da canção.

E se o U2 tivesse alguns vídeos assim também? O colaborador Márcio Fernando criou mais um vídeo, agora um para "Gone (New Mix)", com a performance do show em Boston na Elevation Tour, e com o áudio substituído pela versão de estúdio da canção presente no Best Of 1990 - 2000! Confira:

sábado, 23 de abril de 2016

Bastidores 'Bono And Eugene Peterson: THE PSALMS' Parte 2 - Equipamento e Equipe


Nate Clark - Fourth Line Films (Empresa de Produção de Documentários)

Quisemos que Bono e Eugene Peterson tivessem a liberdade de conversar mais como dois amigos sem que houvesse câmeras ao redor.
Para a maioria do projeto teríamos três câmeras filmando em todos os momentos: uma em Bono, uma em Eugene e outra acima flutuando entre os dois capturando todos os detalhes. Mas, novamente, não queríamos estar próximos em seus rostos. Então nós filmamos tudo com lentes longas que permitiu que as câmeras fossem colocadas longe deles e a conversa assim fluir naturalmente.
Nós não usamos tripés, até mesmo para a conversa que está no centro do filme, e isso deu ao filme final uma sensação natural e deu aos operadores uma liberdade para se movimentarem.

Do site: medium.com

Não-Oficial: um vídeo para "Silver And Gold"


Antigamente, era comum ver bandas divulgarem seu trabalho, com um vídeo montado trazendo imagens da performance ao vivo, mas com o áudio original de estúdio da canção.

E se o U2 tivesse alguns vídeos assim também? O colaborador Márcio Fernando criou mais um vídeo, agora um para "Silver And Gold", com a performance do filme 'Rattle And Hum', e com o áudio substituído pela versão de estúdio da canção! Muito legal a edição! Confira:

Tomorrow Journal Spring Summer 2015: o ensaio de Jordan Hewson, a filha mais velha de Bono


A supermodelo da década de 90 e agora fotógrafa, Helena Christensen, é grande amiga de Bono desde a época da ZOOTV do U2.
Em seu Instagram, ela está disponibilizando uma série de retratos femininos, e uma chamou bastante atenção: uma foto de Jordan Hewson, filha mais velha de Bono, de uma maneira sensual que não tinha sido vista anteriormente!

A foto foi para a publicação Tomorrow Journal Spring Summer 2015, de março do ano passado, em que Jordan foi clicada por Helena. A estilista foi Vibe Dabelsteen, com maquiagem de Vicky Steckel e cabelo por Blake Erik.














sexta-feira, 22 de abril de 2016

1979: A Grande História Da Inocência - Parte 14


Em junho de 1980, Partridge também tinha a tarefa de finalmente apresentar ao chefe do selo, Chris Blackwell, a banda que eventualmente faria da Island um dos maiores fenômenos de negócios de sucesso na história da música nos anos 80. Inicialmente morno sobre o U2, o primeiro encontro de Blackwell com a banda ocorreu em uma data meio estranha.
"Foi na noite em que Bob Marley tocou no Crystal Palace, o último concerto que Marley fez no Reino Unido", recorda Partridge. "Acontece que o U2 estava tocando no Half Moon em Herne Hill, um show que fizeram várias vezes quando iam para Londres. Chris nunca tinha visto a banda e saiu do show de Bob e foi para o Herne Hill e reuniu-se com a banda. O camarim era como uma sala, e eu só me lembro dele tendo um prazer imediato com a banda, porque eles eram brilhantes, articulados, engraçados, todos esses tipos de coisas. Isso deu-lhes o selo de aprovação de Chris Blackwell."
Blackwell também deu sua bênção para o nome da banda, que era até então um ponto de discórdia na Island. "Na época, haviam pessoas que pensavam que U2 era um nome terrível", diz Partridge. "Muita gente estava chamando eles de 'The U2s'. Mas a opinião de Blackwell foi: 'não, eu gosto do nome. É muito simples. Se você tem algo simples, um nome curto, você pode realmente deixá-lo enorme junto às luzes do letreiro do Madison Square Garden.... "
Coincidentemente, Paul Slattery foi no mesmo show no Half Moon que Blackwell, e se recorda de outra coisa. "O lugar estava lotado", ele diz. "Estava tão quente e molhado, que eu me lembro do vapor na minha câmera. Esse foi um grande show. Então eles fizeram um show no Lyceum em setembro com o Echo And The Bunnymen e ninguém deu a mínima. Eu não acho que eles causavam reações em qualquer lugar."
Na mesma época, como um monte de discípulos do início do U2 na imprensa musical britânica, Slattery começou a ter dúvidas sobre a banda. Ele e Dave McCullough fizeram sua terceira matéria para a Sounds com Bono em outubro, fotografando o cantor no Kensington Gardens, enquanto ele se escondia entre os arbustos e empurrava uma jovem em seu balanço. Pela primeira vez, o jeito cada vez mais bondoso de Bono começou a irritar Slattery.
"Eu estava dando à Dave uma carona de volta para o escritório da Sounds, e ele disse: 'Ei Slattery, Bono me contou que ele é um cristão...'", recorda o fotógrafo. "Bono estava se tornando mais teatral e messiânico em grande estilo. Só pensei: boa sorte para ele, mas não é a minha. A próxima coisa que eu fiz depois disso foi ir até Glasgow rever o The Clash. Pensei: é melhor, é mais o meu estilo. Pelo menos você pode tomar uma bebida e fumar um baseado, sem uma condenação completa."
A corrida agora era para salvar o futuro do U2. Enquanto os primeiros caras de mídia como Slattery e McCullough lavaram suas mãos em relação à banda, e a Radio One ainda os considerava muito inferior para tocar na programação, seu perfil comercial ainda não era forte o suficiente para sustentar uma carreira convencional. Seu período de lua de mel havia acabado, precisariam encontrar novos caras de mídia, se quisessem sobreviver além do seu precário primeiro ano. Mas o lançamento em novembro de 'Boy', o álbum de estreia da banda com uma sonoridade crua, dificilmente apontava para um futuro brilhante.
"Não se esqueça, quando o disco saiu, nós prensamos apenas 8.000 cópias", diz Nick Stewart. "Sempre me recordo disso nestes dias atuais de vendas onde as pessoas gostam de dizer que eles prensaram 200.000 cópias ou qualquer outra coisa. O que eu acho interessante é que agora, 20 anos depois, o U2 vende mais cópias por ano deste primeiro álbum, do que eles prensaram quando saiu".
Muito grande para a Irlanda e muito pequeno para o Reino Unido. Mais tarde, em retrospectiva, o próximo passo de carreira pareceria impiedosamente calculado. Mas no momento, parecia a única chance deles: América.

Revista Uncut - Dezembro de 1999

Não-Oficial: um vídeo para "An Cat Dubh"


Antigamente, era comum ver bandas divulgarem seu trabalho, com um vídeo montado trazendo imagens da performance ao vivo, mas com o áudio original de estúdio da canção.

E se o U2 tivesse alguns vídeos assim também? O colaborador Márcio Fernando criou mais um vídeo, agora um para "An Cat Dubh", com a performance na turnê Vertigo em 2005 em Boston, e com o áudio substituído pela versão de estúdio da canção! Muito legal a edição! Confira:



quinta-feira, 21 de abril de 2016

Bono e U2 lamentam a morte de Prince


O cantor e multi-instrumentista Prince, que movimentou a indústria musical com suas baladas funkeadas e sensuais, morreu nesta quinta-feira, aos 57 anos. A morte foi confirmada por um representante do artista à agência de notícias Associated Press, mas sua causa ainda não foi revelada.
Pela manhã, a polícia de Minneapolis, no estado de Minessota, nos EUA, divulgou que um corpo não identificado havia sido encontrado em Paisley Park, onde o cantor morava e mantinha um estúdio. As autoridades afirmam que receberam uma chamada médica às 9h43 da manhã, horário local. Segundo a polícia, o artista foi encontrado desacordado no elevador do local, e tentativas de reanimá-lo não tiveram sucesso. A causa da morte ainda não foi informada.

Prince tornou-se fenômeno mundial nos anos 1980, fundamentalmente com 'Purple Rain' (1984), considerado um dos melhores álbuns de todos os tempos, trilha sonora do filme de mesmo nome.


O híbrido entre R&B, jazz, rock, pop e funk fez com que o artista vendesse 100 milhões de álbuns e se tornasse um dos mais vendidos de todos os tempos. Ele ganhou sete Grammy Awards, um Globo de Ouro, e um Oscar. Influente na música, no visual andrógino e nos videoclipes, orbitou no mesmo universo que ícones como Madonna e Michael Jackson.

O U2 lamentou através de seu Instagram, a morte do artista, demonstrando luto.


Depois, foi a vez de Bono fazer uma homenagem ao artista, com quem dividiu o palco em 1995.

Bono compartilhou a letra da canção "The Cross", e as seguintes palavras:

"Eu nunca conheci Mozart, eu nunca conheci Duke Ellington ou Charlie Parker. Eu nunca conheci Elvis. Mas conheci o Prince." - Bono

No dia 30 de março de 1995, Bono se juntou à Prince para uma performance da canção "The Cross", que aconteceu após um show de Prince em Dublin pela The Gold Tour.
Antes do show, Prince visitou a boate The Kitchen (propriedade de Bono e Edge), e ele conheceu Bono, que revelou que adorava a canção "The Cross". Foi então que Prince convidou Bono para uma performance da canção no aftershow que aconteceria após seu concerto em Dublin.
Depois desta festinha no POD, Bono e Prince foram vistos andando de carro pelas ruas de Dublin.

Blog U2 Sombras e Árvores Altas

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